Paramagnéticos
Sódio Na [11] (metal alcalino)
Magnésio Mg [12] (metal alcalino-terroso)
Cálcio Ca [20] (metal alcalino-terroso)
Estrôncio Sr [38] (metal alcalino-terroso)
Bário Ba [56] (metal alcalino-terroso)
Alumínio Al [13] (metal terroso) É o material paramagnético preferido para aplicações em catapultas eletromagnéticas lunares, utilizando rególito como minério.
Oxigênio O [8] (ametal calcogênio) Na forma líquida.
Tecnécio Tc [43] (metal de transição externa) (elemento artificial)
Platina Pt [78] (metal de transição externa) (metal nobre)
Disprósio Dy [66] (metal de transição interna) (lantanídeo)
Urânio U [92] (metal de transição interna) (actinídeo)
Diamagnéticos
Zn
Cd
Cu
Ag
Sn
Ferromagnéticos
Ferro
Níquel
Cromo
Exemplo do arquivo a ser disponibilizado em .doc
Blog do Professor* Doutor Armando Heilmann Dedique-se a Descobrir e Explorar a Física e seus Conceitos de uma Maneira Totalmente Diferente. * Professor: É alguém que professa, proclama, atesta e transmite o conhecimento adquirido por ele em uma arte ou ciência
11 abril, 2012
20 março, 2012
Cientistas do Projeto Minerva transmitiram a palavra "neutrino" a uma distância de 1 km, incluindo 210 metros de rocha sólida.
Como neutrinos são capazes de atravessar virtualmente qualquer coisa, isto significa que as mensagens podem ser enviadas diretamente através da Terra por uma Comunicação Direta.
A esfericidade da Terra exige múltiplas torres de repetição para a transmissão de dados por ondas eletromagnéticas.
Se remetente e destinatário estiverem longe o suficiente, a solução mais viável é transmitir a mensagem para um satélite artificial, que está alto o suficiente para "ver" os dois e servir de ponte para a comunicação.
Mas uma mensagem de neutrinos pode ser enviada diretamente, simplesmente mirando na posição do destinatário e disparando o feixe, não importando se há montanhas, oceanos, ou mesmo se o destinatário está do outro lado da Terra.
Antena de neutrinos
Neutrinos são partículas eletricamente neutras e quase sem massa - sua massa é tão desprezível que um neutrino é capaz de atravessar um cubo de chumbo sólido, com 1 ano-luz de aresta, sem se chocar com um só átomo.
Isso, obviamente, impõe um desafio para uma futura comunicação por neutrinos: construir uma antena capaz de detectá-los.
Felizmente os físicos vêm fazendo isso há anos, para criar os observatórios que permitam estudá-los.
Ainda são detectores muito sensíveis, que precisam ser instalados em compartimentos subterrâneos, capazes de isolá-los de outros tipos de radiação.
Neste experimento, os cientistas usaram como antena de recepção o detector Minerva, que pesa nada menos do que 170 toneladas. O transmissor foi o feixe de neutrinos NUMI (Neutrinos Main Injector).
Ambos são parte do acelerador de partículas Fermilab, nos Estados Unidos.
Comunicação por neutrinos
Embora pareça interessante, dificilmente as mensagens por neutrinos terão uso prático: a velocidade atingida na transmissão foi de 0,1 bit por segundo.
Ou seja, levou mais de duas horas para que a palavra "neutrino" fosse transmitida.
A mensagem foi codificada de forma binária, onde transmitir neutrinos significava 1, e não transmitir neutrinos significava 0.
Embora o feixe de transmissão dispare trilhões de neutrinos de cada vez, o detector só raramente consegue detectá-los.
A palavra neutrino consistia de 25 pulsos, separados entre eles por um período sem transmissão de 2 segundos. Isso foi repetido 3.500 vezes ao longo de 142 minutos.
Em média, a "antena" detectou 0,81 neutrino a cada pulso, com uma taxa de erro de 1% - apenas 1 em cada 10 bilhões de neutrinos foi detectado.
fonte: Demonstration of Communication using Neutrinos
D.D. Stancil et al.
arXiv
http://arxiv.org/abs/1203.2847
Como neutrinos são capazes de atravessar virtualmente qualquer coisa, isto significa que as mensagens podem ser enviadas diretamente através da Terra por uma Comunicação Direta.
A esfericidade da Terra exige múltiplas torres de repetição para a transmissão de dados por ondas eletromagnéticas.
Se remetente e destinatário estiverem longe o suficiente, a solução mais viável é transmitir a mensagem para um satélite artificial, que está alto o suficiente para "ver" os dois e servir de ponte para a comunicação.
Mas uma mensagem de neutrinos pode ser enviada diretamente, simplesmente mirando na posição do destinatário e disparando o feixe, não importando se há montanhas, oceanos, ou mesmo se o destinatário está do outro lado da Terra.

O gigantesco detector Minerva serviu como antena para a transmissão binária de neutrinos. [Imagem: Fermilab]
Neutrinos são partículas eletricamente neutras e quase sem massa - sua massa é tão desprezível que um neutrino é capaz de atravessar um cubo de chumbo sólido, com 1 ano-luz de aresta, sem se chocar com um só átomo.
Isso, obviamente, impõe um desafio para uma futura comunicação por neutrinos: construir uma antena capaz de detectá-los.
Felizmente os físicos vêm fazendo isso há anos, para criar os observatórios que permitam estudá-los.
Ainda são detectores muito sensíveis, que precisam ser instalados em compartimentos subterrâneos, capazes de isolá-los de outros tipos de radiação.
Neste experimento, os cientistas usaram como antena de recepção o detector Minerva, que pesa nada menos do que 170 toneladas. O transmissor foi o feixe de neutrinos NUMI (Neutrinos Main Injector).
Ambos são parte do acelerador de partículas Fermilab, nos Estados Unidos.
Comunicação por neutrinos
Embora pareça interessante, dificilmente as mensagens por neutrinos terão uso prático: a velocidade atingida na transmissão foi de 0,1 bit por segundo.
Ou seja, levou mais de duas horas para que a palavra "neutrino" fosse transmitida.
A mensagem foi codificada de forma binária, onde transmitir neutrinos significava 1, e não transmitir neutrinos significava 0.
Embora o feixe de transmissão dispare trilhões de neutrinos de cada vez, o detector só raramente consegue detectá-los.
A palavra neutrino consistia de 25 pulsos, separados entre eles por um período sem transmissão de 2 segundos. Isso foi repetido 3.500 vezes ao longo de 142 minutos.
Em média, a "antena" detectou 0,81 neutrino a cada pulso, com uma taxa de erro de 1% - apenas 1 em cada 10 bilhões de neutrinos foi detectado.
fonte: Demonstration of Communication using Neutrinos
D.D. Stancil et al.
arXiv
http://arxiv.org/abs/1203.2847
Casa Mental
Nossa casa mental é sempre povoada pelas memórias que guardamos.
Não se é fácil lidar, com pensamentos provenientes de um sonho da noite passada, todas as manhãs.
Assim, aquilo que a mente acolhe, conforme olhamos a vida, ali permanecerá.
O que permitimos que nos invada a casa mental pela audição, permanecerá um bom tempo ressoando em nossa intimidade, produzindo seus efeitos e os reflexos naturais do teor de sua mensagem.
Das nossas ações, daquilo que é produto e esforço de nossas mãos, sentiremos as consequências, que trarão seus significados e inevitavelmente nos farão perceber o peso de suas implicações.
Do nosso falar, daquilo que permitimos saia de nossa boca, seremos escravos para sempre, pesando sobre nós as consequências das palavras ditas.
Assim, nossas ações sempre gerarão as consequências naturais condizentes com o teor de que elas se revestem.
Se, muitas vezes, podemos selecionar o que queremos ouvir ou ver, e se somos donos de nosso agir e falar, as consequências boas ou funestas dessas realizações são apenas os reflexos da qualidade que elas trazem em si mesmas.
Assim, as lembranças que guardamos em nosso mundo íntimo serão sempre as escolhas e as opções que fazemos em nosso cotidiano.
O agir de agora, a fala precipitada do momento, logo mais se transformarão nas lembranças que nos acompanharão os passos na vida.
Porém, será por opção nossa que essas lembranças poderão ser o tormento e o peso que carregamos na alma, buscando fugas alucinantes, para não as encontrarmos. Afinal, que possamos sempre perceber que se desejamos ter as melhores lembranças desta existência, devemos fazer hoje as opções mais felizes naquilo que falamos, agimos, vemos e escutamos.
Isso porque serão essas as construtoras dos caminhos que nos levarão à paz ou as estradas que nos conduzirão às aflições.
13 março, 2012
Tempestade Solar
A maior tempestade solar dos últimos cinco anos não provocou grandes contratempos na Terra.
Diz a reportagem da Folha de São Paulo, contudo sua informação é no mínimo desinformada.
A cada 11,5 anos em média, o Sol entra num período de máximo do seu ciclo solar, e justamente em 2012 estamos vivendo um período de máximo solar que deve durar por mais alguns meses, assim, a tempestade solar no qual se refere a Folha de São Paulo deveria ser comparada a tempestades dos últimos 11 anos, quando temos um ciclo completo de intensidade solar.
Para acompanhar o fenômeno visite:
http://sohowww.nascom.nasa.gov/
Diz a reportagem da Folha de São Paulo, contudo sua informação é no mínimo desinformada.
A cada 11,5 anos em média, o Sol entra num período de máximo do seu ciclo solar, e justamente em 2012 estamos vivendo um período de máximo solar que deve durar por mais alguns meses, assim, a tempestade solar no qual se refere a Folha de São Paulo deveria ser comparada a tempestades dos últimos 11 anos, quando temos um ciclo completo de intensidade solar.
Para acompanhar o fenômeno visite:
http://sohowww.nascom.nasa.gov/
29 fevereiro, 2012
Rio Piedra
Eu me sentei e chorei.
Conta a lenda que tudo que cai nas águas deste rio - as folhas, os insetos, as penas das aves - se transforma nas pedras do seu leito.
Ah, quem dera eu pudesse arrancar o coração do meu peito e atira-lo na correnteza, e então não haveria mais dor, nem saudade, nem lembranças.
Ás margens do rio Piedra eu me sentei e chorei.
O frio do inverno fez com que eu sentisse as lágrimas em meu rosto, e elas se misturaram com as aguas geladas que correm diante de mim.
Em algum lugar este rio se junta com outro, depois com outro, até que - distante dos meus olhos e do meu coração - todas estas águas se misturam com o mar.
Que as minhas lágrimas corram assim para bem longe, para que meu amor nunca saiba que um dia chorei por ele. Que minhas lágrimas corram para bem longe, e então eu esquecerei do rio Piedra, do mosteiro, da igreja nos Pirineus, da bruma, dos caminhos que percorremos juntos.
Eu esquecerei as estradas, as montanhas, e os campos de meus sonhos - sonhos que eram meus, e que eu não conhecia.
Conta a lenda que tudo que cai nas águas deste rio - as folhas, os insetos, as penas das aves - se transforma nas pedras do seu leito.
Ah, quem dera eu pudesse arrancar o coração do meu peito e atira-lo na correnteza, e então não haveria mais dor, nem saudade, nem lembranças.
Ás margens do rio Piedra eu me sentei e chorei.
O frio do inverno fez com que eu sentisse as lágrimas em meu rosto, e elas se misturaram com as aguas geladas que correm diante de mim.
Em algum lugar este rio se junta com outro, depois com outro, até que - distante dos meus olhos e do meu coração - todas estas águas se misturam com o mar.
Que as minhas lágrimas corram assim para bem longe, para que meu amor nunca saiba que um dia chorei por ele. Que minhas lágrimas corram para bem longe, e então eu esquecerei do rio Piedra, do mosteiro, da igreja nos Pirineus, da bruma, dos caminhos que percorremos juntos.
Eu esquecerei as estradas, as montanhas, e os campos de meus sonhos - sonhos que eram meus, e que eu não conhecia.
Todo Guerreiro...
Todo guerreiro ja ficou com medo de entrar em combate.
...
Todo guerreiro já perdeu a fé no futuro.
Todo guerreiro já trilhou um caminho que não era dele.
Todo guerreiro já sofreu por bobagens.
...
Todo guerreiro já achou que não era guerreiro.
Todo guerreiro já falhou em suas obrigações.
Todo guerreiro já disse "NÃO" quando queria dizer "SIM".
Todo guerreiro já feriu alguém que amava.
"Paulo Coelho"
...
Todo guerreiro já perdeu a fé no futuro.
Todo guerreiro já trilhou um caminho que não era dele.
Todo guerreiro já sofreu por bobagens.
...
Todo guerreiro já achou que não era guerreiro.
Todo guerreiro já falhou em suas obrigações.
Todo guerreiro já disse "NÃO" quando queria dizer "SIM".
Todo guerreiro já feriu alguém que amava.
"Paulo Coelho"
27 fevereiro, 2012
O que é mais difícil!?
Thalès, chamado Tales de Mileto, era de ascendência fenícia. Nasceu em Mileto, antiga colônia grega, na Ásia menor, atual Turquia, por volta de 625 a.C.
Sua morte é apontada como tendo ocorrido, aproximadamente, em 547 a.C., aos 78 anos de idade.
É o primeiro filósofo ocidental de que se tem notícia. Ele é o marco inicial da filosofia do Ocidente.
Tales é apontado como um dos sete sábios da Grécia antiga. Além disso, foi o fundador da Escola Jônica. Considerado, também, o primeiro filósofo da natureza porque outros, depois dele, seguiram seu caminho buscando o princípio natural das coisas.
Pois a esse filósofo, um sábio da época propôs interessantes questões. A primeira foi:
O que é mais antigo?
Deus, disse Tales, porque sempre existiu.
E o que é mais belo?
O Universo, porque é a obra de Deus.
Continuando, indagou:
Qual é a maior de todas as coisas?
O espaço porque contém tudo do Criador.
Grande era o respeito desse filósofo pela Divindade. Em sua sabedoria, sabia honrar quem é o maior de todos nós e de tudo que existe.
Mas, prosseguindo nas suas perguntas, questionou o sábio a Tales:
O que é mais constante?
A resposta do filósofo soa como um acalanto para as almas sofridas:
A esperança, porque permanece no homem mesmo depois de ele ter perdido tudo.
E qual é a melhor de todas as coisas?
A virtude, porque sem ela não existiria nada de bom.
Qual é a coisa mais rápida de todas?
O pensamento, respondeu depressa, porque em menos de um minuto nos permite voar até o final do Universo.
Que riqueza na resposta! Pelo pensamento vencemos distâncias inimagináveis, vamos a todos os lugares que desejamos, estamos com nossos amores, onde quer que eles estejam.
Mas o interrogatório não terminara e a pergunta seguinte foi:
Qual é a mais forte de todas as coisas?
A necessidade, porque é com ela que o homem enfrenta todos os perigos da vida.
O que é a mais fácil de todas as coisas?
Dar conselhos.
E, finalmente, veio a última pergunta:
O que é mais difícil?
Ao que replicou o sábio de Mileto:
Conhecer-se a si mesmo.
16 fevereiro, 2012
A LUZ (selecione com o mouse para dar luz ao texto)
Foi um sonho, há muito tempo acalentado, esse de o homem poder viver num ambiente iluminado.
Em 1828, Thomas Alva Edison conseguiu, pela primeira vez, a lâmpada elétrica de filamento.
A partir desse momento, tudo se modificou na sociedade. Cinquenta anos depois, Joseph Swan patenteou a lâmpada incandescente, que passou a ser industrializada.
É inconcebível hoje, para nossa mentalidade, um mundo sem luz elétrica. Ficamos a pensar no que seria uma casa iluminada por tochas, por candelabros, por velas.
Pode ser muito romântico um jantar à luz de velas. Contudo, viver uma vida inteira tendo que ler, fazer os serviços domésticos, tratar de doentes, costurar utilizando-se de velas, de tochas, de lampiões, de lamparinas... Inconcebível!
A própria natureza nos fala da importância da luz porque nos dá, ao longo do dia, o brilho solar. Quando estamos vivendo sob o brilho do sol, complicado pensar na noite escura.
Por vezes somotos tomados pelo desejo de olharmos em direções que nos iluminam, pode ser as palavras de alguém, pode ser um momento com alguém, ou pode ser..uma vida com alguém. É nessa luz que nos guiamos em direções nunca antes possíveis de serem seguidas. É nessa fonte de luz em quem confiamos...e mesmo a luz se apagando, a fonte continua lá,.......ficamos cegos de tanto ter olhado na direção dela, nossos olhos se ofuscam,..mas sabemos que ela, a fonte,...está lá!
14 fevereiro, 2012
Músicas que merecem tradução
Nick Kamen - I Promised Myself
http://www.youtube.com/watch?v=OiC5BdIVfm810 fevereiro, 2012
A Nossa Lua
A lua possui 4 fases diferentes, mas como a cada dia a lua se apresenta nos céus, com uma aparência diferente, pode-se afirmar, que a lua é diferente todos os dias.
Assim como a lua, nós nos apresentamos em fases. Há dias em que gostamos de sermos vistos e apreciados, a dias em que queremos nos esconder, viver numa penunbra, e estes dias podem durar meses, até anos.
por vezes, nos sentimos apagados e modestos quanto ao nosso próprio brilho, incertos de que teremos destaque na escuridão deste imenso universo.
Nunca estamos sozinhos, basta olhar para cima e lá está ela, forte em seus tons, ou suave em suas curvas, ela sempre está lá, como uma companhia serena, que popula nossos sentidos, e que se preocupa com cada um de nós. Pois ela nos vê, e sempre tem-nos em seus brilhos celestes.
Como a lua, somos cravados de crateras, que se configuram em nossa vida, como amarguras e desejos impossíveis de serem conquistados. Há crateras maiores, há outras menores, mas todas com uma história pra contar, mas se pudesse ir até a lua, eu lá escreveria, com letras garrafais: A Lua é Nossa!, a nossa Lua.
Assim como a lua, nós nos apresentamos em fases. Há dias em que gostamos de sermos vistos e apreciados, a dias em que queremos nos esconder, viver numa penunbra, e estes dias podem durar meses, até anos.
por vezes, nos sentimos apagados e modestos quanto ao nosso próprio brilho, incertos de que teremos destaque na escuridão deste imenso universo.
Nunca estamos sozinhos, basta olhar para cima e lá está ela, forte em seus tons, ou suave em suas curvas, ela sempre está lá, como uma companhia serena, que popula nossos sentidos, e que se preocupa com cada um de nós. Pois ela nos vê, e sempre tem-nos em seus brilhos celestes.
Como a lua, somos cravados de crateras, que se configuram em nossa vida, como amarguras e desejos impossíveis de serem conquistados. Há crateras maiores, há outras menores, mas todas com uma história pra contar, mas se pudesse ir até a lua, eu lá escreveria, com letras garrafais: A Lua é Nossa!, a nossa Lua.
Nasa libera imagens de tempestade sobre a África
A NAsa liberou imagens feitas pela Estação Espacial Internacional, mostrando tempestades sobre a África Central, tendo como fundo o centro da Via Láctea.
Nas imagens, também é possível ver o cometa Lovejoy
Nas imagens, também é possível ver o cometa Lovejoy
Terra perdeu 536 bilhões de tonelada de gelo por ano
As geleiras e áreas cobertas por gelo na Terra perderam 536 bilhões de toneladas por ano entre 2003 e 2010, o que resultou na elevação de 12 milímetros no nível médio do mar nesse período, segundo aponta um estudo feito por cientistas da Universidade do Colorado, nos EUA, e publicado ontem na edição on-line da revista "Nature".
O volume derretido por ano equivale a aproximadamente o dobro da quantidade de água que existe no rio Amazonas e corresponde a cerca de 0,002% de toda a quantidade de gelo que se estima existir no mundo.
fonte: folhaonline
O volume derretido por ano equivale a aproximadamente o dobro da quantidade de água que existe no rio Amazonas e corresponde a cerca de 0,002% de toda a quantidade de gelo que se estima existir no mundo.
fonte: folhaonline
03 fevereiro, 2012
Olho do Furacão
As dificuldades e os problemas são circunstâncias naturais na vida de qualquer pessoa.
Mais dia, menos dia, as dores nos alcançam e nos tocam, alterando nossa rotina, tirando nosso sono.
De repente, tudo que parecia estável e tranquilo se transforma.
Como se o sol ficasse encoberto por escuras e densas nuvens.
Como se as flores perdessem a cor e o perfume.
De uma hora para outra, o chão parece nos fugir e a nossa realidade assume uma dimensão jamais imaginada.
De repente o furacão chega, arrastando consigo nosso sossego e revirando sem piedade nossas existências.
Ora é um emprego perdido, dificultando a manutenção digna da família, diante dos compromissos financeiros assumidos.
Ora são amores que partem, inviabilizando projetos de felicidade e de ventura.
Ou filhos que se afastam do caminho do bem, em busca de prazeres fugidios que mais adiante lhes trarão inevitáveis sofrimentos.
Ora são mentiras que nos ferem.
Ora são verdades usadas como armas com o objetivo exclusivo de magoar.
A dificuldade nos chega como uma onda violenta.
Sem alarde ela se aproxima e, subitamente, arrasta-nos sem clemência, destruindo nossos frágeis castelos de areia.
Nesses momentos, as lágrimas turvam nossa visão e a voz do desespero invade nosso pensamento.
Torna-se, então, difícil pensar com clareza e avaliar a situação de modo sereno.
A tendência natural, infelizmente, é afundar nesse charco de tristeza, afogando-nos em nossas mágoas, fechando os olhos para as luzes do dia.
Cremos que nosso sofrimento é o maior do mundo e que ninguém jamais foi tão desafortunado quanto nós.
Fechamos os olhos e só conseguimos visualizar a nossa dor.
Estamos no olho do furacão, vivendo nossa dificuldade em sua plenitude, incapazes de perceber que há algo além, um pouco mais adiante.
No entanto, quando você estiver numa situação dessas, pare um pouco e reflita.
Não olhe apenas as pedras do chão que ferem seus pés durante a caminhada.
Erga seu olhar em busca do horizonte e da alvorada que sucede toda noite escura e sem luar.
Ouça suas próprias lamúrias, como se elas fossem de outra pessoa.
Encare sua dificuldade com os olhos da imparcialidade, a fim de dimensionar o problema, sem exageros descabidos.
Não se trata de ignorar a dor, nem de menosprezar o sofrimento.
Mas sim, de afastar-se um pouco para poder enxergar com mais clareza e avaliar melhor os estragos e as soluções possíveis.
* * *
Os contratempos que nos atingem, os problemas que nos afetam são sempre situações passageiras e que podem ser superadas.
Se voltarmos um pouco nossos olhos para a estrada do passado, veremos quantas correntezas violentas e quantos desfiladeiros assustadores já ultrapassamos.
Obstáculos que antes nos pareciam insuperáveis, agora, à distância, ganham contornos diferentes e já não assustam mais.
Lembrar do que foi pode ser útil pra cicatrizar, ou até mesmo, para fertilizar o que se pode renascer.
01 fevereiro, 2012
Fenômeno Acima das Nuvens
Este fenômeno de variação de luminosidade, tem sido observado a alguns anos por pessoas do mundo todo.
Mas o que está acontecendo acima das nuvens?
No últimos anos, surgiram vídeos na web que detalham um fenômeno incomum e pouco conhecido:
Rápidas mudanças de luz sobre as nuvens.
Após a inspeção e a contemplação do efeito, a hipótese principal para a sua causa surgiu agora. Em suma, esta hipótese sustenta que uma descarga atmosférica em uma nuvem de tempestade pode alterar temporariamente o campo elétrico acima da nuvem, onde os cristais de gelo oferecem reflexão da luz solar. O novo campo elétrico rapidamente re-orienta os cristais geométricos para uma nova orientação que reflete a luz solar de forma diferente. Em outras palavras, um relâmpago pode causar uma variação geomêtrica dos cristais de gelo que refletem de forma diferente a luz solar. Em breve, o velho campo elétrico pode ser restaurado, fazendo com que os cristais de gelo possam retornar à sua orientação original.
fonte: Nasa Observatory
27 janeiro, 2012
23 janeiro, 2012
Novos fatos sobre os Raios
Recentes pesquisas da NASA afirmam que:
- A cada ano, mais de 1,2 bilhão de raios atingem a superfície da Terra.
- Ruanda tem a maior ocorrência de raios por quilômetro quadrado, enquanto os pólos têm a menor ocorrência.
- Cada um dos bilhões de raios produz compostos poluidores tão danosos ao homem e às plantas quanto as mais poluentes das atividades humanas.
- Relâmpagos respondem por algo em torno de 10% da produção de todos os óxidos nitrosos lançados anualmente na atmosfera
os cientistas da NASA afirmam que sua pesquisa é apenas parcial, e que os impactos dos resultados sobre os modelos climáticos deverão ser muito maiores do que os agora anunciados.
Segundo os pesquisadores, cada raio transforma 7 quilogramas de nitrogênio nos reativos gases NOx. "Em outras palavras, você pode dirigir um carro de um lado a outro dos Estados Unidos mais de 50 vezes (cerca de 150.000 km) e ainda assim produzirá menos da metade de NOx gerado por um único raio".
Quando os pesquisadores multiplicaram o número de raios que atingem o solo no mundo todo por 7 quilogramas, eles descobriram que o total de NOx produzido anualmente por raios atinge 8,6 milhões de toneladas, o que é imensamente superior às estimativas anteriores.
Mas como a maioria dos raios é intranuvem, uma quantidade de NOx muito maior é produzido e permanece na alta atmosfera.
- A cada ano, mais de 1,2 bilhão de raios atingem a superfície da Terra.
- Ruanda tem a maior ocorrência de raios por quilômetro quadrado, enquanto os pólos têm a menor ocorrência.
- Cada um dos bilhões de raios produz compostos poluidores tão danosos ao homem e às plantas quanto as mais poluentes das atividades humanas.
- Relâmpagos respondem por algo em torno de 10% da produção de todos os óxidos nitrosos lançados anualmente na atmosfera
os cientistas da NASA afirmam que sua pesquisa é apenas parcial, e que os impactos dos resultados sobre os modelos climáticos deverão ser muito maiores do que os agora anunciados.
Segundo os pesquisadores, cada raio transforma 7 quilogramas de nitrogênio nos reativos gases NOx. "Em outras palavras, você pode dirigir um carro de um lado a outro dos Estados Unidos mais de 50 vezes (cerca de 150.000 km) e ainda assim produzirá menos da metade de NOx gerado por um único raio".
Quando os pesquisadores multiplicaram o número de raios que atingem o solo no mundo todo por 7 quilogramas, eles descobriram que o total de NOx produzido anualmente por raios atinge 8,6 milhões de toneladas, o que é imensamente superior às estimativas anteriores.
Mas como a maioria dos raios é intranuvem, uma quantidade de NOx muito maior é produzido e permanece na alta atmosfera.
Rotação da Terra
Um grupo com pesquisadores da Universidade Técnica de Munique, na Alemanha, tornou-se a primeira equipe do mundo a detectar mudanças no eixo da Terra através de medições em laboratório.
Isso significa que, muitas medidas de precisão obedecem a velha argumentação teórica usada pelos Físicos, de que: "Toda Medida Possui um Erro".
A Terra oscila constantemente. Tal como um pião que é tocado enquanto gira, seu eixo de rotação oscila em relação ao espaço. Isto é em parte causado pela gravidade do Sol e da Lua.
Ao mesmo tempo, o eixo de rotação da Terra muda constantemente em relação à superfície da Terra.
Muitos efeitos atuam nesse processo: Efeito de Couriolis, Movimento Planetário, Movimento de Precessão, etc...
Por um lado, isso é causado pela variação na pressão atmosférica, no movimento dos oceanos e no vento. Esses elementos se combinam em um efeito conhecido como oscilação de Chandler, ou balanço de Chandler, para criar o movimento polar. (Movimento de Precessão)
Por outro lado, um evento conhecido como o "balanço anual" faz com que o eixo de rotação mova-se ao longo de um período de um ano. Isto se deve à órbita elíptica da Terra em torno do Sol.
Estes dois efeitos fazem com que o eixo da Terra migre de forma irregular ao longo de uma trajetória circular, com um raio de até seis metros.
A orientação do eixo da Terra em relação ao espaço e sua velocidade rotacional são, atualmente, determinados em um processo complicado, que envolve 30 radiotelescópios ao redor do mundo.
Toda segunda-feira e quinta-feira, entre oito e 12 desses telescópios alternadamente medem a direção entre a Terra e quasares específicos.
Sob estas condições, os pesquisadores conseguiram confirmar o balanço de Chandler e obter medições da oscilação anual compatíveis com os dados capturados pelos radiotelescópios.
Eles agora pretendem tornar o aparelho ainda mais preciso, o que permitirá determinar mudanças no eixo de rotação da Terra ao longo de um único dia.
Os cientistas também planejam tornar o anel de laser capaz de operar continuamente, para que ele possa funcionar por um período de anos sem qualquer desvio.
Fonte: Physical Review Letters
Vol.: 107, Nr. 17, EID 173904
DOI: 10.1103/PhysRevLett.107.173904
Isso significa que, muitas medidas de precisão obedecem a velha argumentação teórica usada pelos Físicos, de que: "Toda Medida Possui um Erro".
A Terra oscila constantemente. Tal como um pião que é tocado enquanto gira, seu eixo de rotação oscila em relação ao espaço. Isto é em parte causado pela gravidade do Sol e da Lua.
Ao mesmo tempo, o eixo de rotação da Terra muda constantemente em relação à superfície da Terra.
Muitos efeitos atuam nesse processo: Efeito de Couriolis, Movimento Planetário, Movimento de Precessão, etc...
Por um lado, isso é causado pela variação na pressão atmosférica, no movimento dos oceanos e no vento. Esses elementos se combinam em um efeito conhecido como oscilação de Chandler, ou balanço de Chandler, para criar o movimento polar. (Movimento de Precessão)
Por outro lado, um evento conhecido como o "balanço anual" faz com que o eixo de rotação mova-se ao longo de um período de um ano. Isto se deve à órbita elíptica da Terra em torno do Sol.
Estes dois efeitos fazem com que o eixo da Terra migre de forma irregular ao longo de uma trajetória circular, com um raio de até seis metros.
A orientação do eixo da Terra em relação ao espaço e sua velocidade rotacional são, atualmente, determinados em um processo complicado, que envolve 30 radiotelescópios ao redor do mundo.
Toda segunda-feira e quinta-feira, entre oito e 12 desses telescópios alternadamente medem a direção entre a Terra e quasares específicos.
Sob estas condições, os pesquisadores conseguiram confirmar o balanço de Chandler e obter medições da oscilação anual compatíveis com os dados capturados pelos radiotelescópios.
Eles agora pretendem tornar o aparelho ainda mais preciso, o que permitirá determinar mudanças no eixo de rotação da Terra ao longo de um único dia.
Os cientistas também planejam tornar o anel de laser capaz de operar continuamente, para que ele possa funcionar por um período de anos sem qualquer desvio.
Fonte: Physical Review Letters
Vol.: 107, Nr. 17, EID 173904
DOI: 10.1103/PhysRevLett.107.173904
16 dezembro, 2011
Engenharia DATA
www.engenhariadata.com.br/
É um portal com grande diversidade de informações sobre a área de Engenharia no Brasil.
Essa é a proposta do EngenhariaData, um projeto desenvolvido pelo Observatório de Inovação e Competitividade, grupo de pesquisa ligado ao Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP.
É um lugar que centraliza análises e dados sobre o mercado, a formação, as empresas de serviços e a produção científica do setor no Brasil, e também estabelece comparações internacionais.
fonte: Agência USP - 08/12/2011
É um portal com grande diversidade de informações sobre a área de Engenharia no Brasil.
Essa é a proposta do EngenhariaData, um projeto desenvolvido pelo Observatório de Inovação e Competitividade, grupo de pesquisa ligado ao Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP.
É um lugar que centraliza análises e dados sobre o mercado, a formação, as empresas de serviços e a produção científica do setor no Brasil, e também estabelece comparações internacionais.
fonte: Agência USP - 08/12/2011
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