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10 novembro, 2010

Congresso GROUND´s 2010

Ocorreu entre os dias 07 - 11 de Novembro de 2010 o International Conference on Grounding and Earthing & 4th International Conference on Lightning Physics and Effects em Salvador - Brasil

Eu participei deste evento com a apresentação oral de um trabalho que apresenta como usar sensores de campo elétrico em rede para melhorar o sistema de alertas contra descargas atmosféricas.

Nesta ocasião, estive representando o Instituto Tecnológico Simepar e também a Faculdade Educaional de Araucária - FACEAR, pois um dos sensores de campo elétrico está instalado nas dependências internas da propriedade do AquaPark, além é claro do fomento a produção científica dada pela FACEAR aos professores que também se dedicam a Pesquisa e Desenvolvimento. Este evento é um dos maiores eventos da America Latina e contou com a participação de 15 países.

Cores Bahianas








Acordar com esta vista dava uma ....tristeza!





Apresentações do congresso


Stevem Goodman - Já foi diretor da Nasa e agora gerencia projetos na área de monitoramento via satélite




Momento da minha apresentação



Comentários e sugestões foram feitas pelo prof. Dr. Lothar Ruhnke que já trabalhou com pesquisas sobre condutores e aterramentos contra descargas para o governo americano. Doutor em Física e Ciências Atmosféricas na Universidade do Hawaii, hoje trabalha com modelos de cargas e campos elétricos nos laboratórios da NOAA/NASA, com inúmeras publicações em congressos e revistas de renome nas áreas de tempestades e descargas atmosféricas.

por Armando Heilmann

14 outubro, 2010

Energia que vem do SOL

Satélite Dyson-Harrop

O vento solar é uma espécie de plasma que sai constantemente do Sol em todas as direções. É esse vento solar que alimenta as auroras boreais, que governa todo o clima espacial em nosso Sistema Solar e que muitos projetistas querem aproveitar para impulsionar espaçonaves sem motores.

A ideia do pesquisador Brooks Harrop, um físico da Universidade Estadual de Washington, nos Estados Unidos, é aproveitar o vento solar para gerar energia, por meio do já batizado satélite Dyson-Harrop.

O satélite-conceito possui um longo loop metálico apontado para o Sol. Esse fio é carregado para gerar um campo magnético cilíndrico suficiente para capturar os elétrons, que compõem metade da constituição do vento solar.

Esses elétrons são afunilados rumo a um receptor metálico esférico para produzir uma corrente. Essa corrente, por sua vez, gera o campo magnético do fio, tornando o sistema autossustentável.





Assista também em:
http://www.youtube.com/watch?v=4TYhYrnKd5Y



O excesso de corrente, além do necessário para manter o campo magnético, alimenta um laser infravermelho apontado para antenas parabólicas instaladas no solo, projetadas para recolher a energia. Como o ar é transparente ao infravermelho, a atmosfera da Terra não consome nenhuma energia do feixe, que chega ao chão com potência total.


Fonte: The Solar Wind Power Satellite as an alternative to a traditional Dyson Sphere and its implications for remote detection
Brooks L. Harrop, Dirk Schulze-Makuch
International Journal of Astrobiology
Vol.: 9 - Issue 02

18 setembro, 2010

Um Trabalho de TCC

Como não devemos agir quando solicitamos uma entrevista a uma grande empresa. Fica aí a dica pra quem ainda está esquentando a bunda nas carteiras da facu.

Pedido dos Alunos do Mackenzie ao Café Pilão:

Prezados Srs.,

Gostaria de verificar a possibilidade da realização de uma entrevista com o responsável pela Área de Marketing a respeito do mercado de café tipo exportação no Brasil.

Eu e meus colegas somos alunos do curso de Administração/ Comércio Exterior da Universidade Mackenzie e temos como tema do trabalho de conclusão de curso a influência do selo 'tipo exportação' no consumo de café no Brasil.

A idéia é estudarmos os efeitos do produto exportável no mercado doméstico e por isso selecionamos profissionais do mercado de café cuja opinião nos seria de algum valor.

A entrevista seria agendada conforme a disponibilidade da sua empresa e não levaria mais do que 1h.

Aguardo um retorno, e desde já agradeço.


Resposta do Café Pilão:

Agradecemos o seu contato e o seu interesse no nosso Café Pilão. Informamos que nós, do Café Pilão, possuíamos uma política para divulgação das informações sobre os nossos produtos e sobre a nossa empresa.

Desta forma, disponibilizamos o site para que o estudante tenha acesso às informações sobre a marca do produto e a empresa possíveis de serem divulgadas. Você poderá acessar nossa página pelo endereço: http://www.cafepilao.com.br"

Esperamos que você possa apreciar o site do Café Pilão, pois ele foi especialmente desenvolvido com todo carinho para você! Mais uma vez agradecemos o seu contato e colocamos o Serviço de Atendimento ao Consumidor a sua disposição. Um abraço

Gledes de Souza. Serviço de Atendimento ao Consumidor.


Réplica dos alunos:

Prezado Sr. Gledes de Souza, somos alunos do último semestre do curso de Administração/COMEX da Universidade Mackenzie. Embora o nosso curso seja meia-boca, Vsa. seja meia-boca e essa água suja que vocês chamam de café seja meia-boca, nós não o somos e a nossa paciência se esgotou.

Como Vsa. não deve saber o que é stress, pois a sua existência medíocre não prevê a transposição de limites, prazos, etc, eu gostaria de, em poucas linhas, escrever que é muito foda ralarmos para pagar a facu, mantermos nossos empregos, tentarmos minimamente concluir os trabalhos que sempre deixamos atrasar e ainda termos que aturar respostas imbecis como a que Vsa. nos mandou. Para tentar fazê-lo perceber o quão estúpida foi a sua atitude, segue um silogismo bem didático, com a seqüência de raciocínio que o seu cérebro de amendoim deveria ter feito:

1. a minha mensagem chegou por meio do site do Café Pilão, portanto eu tenho acesso à Internet;

2. a mensagem foi escrita, logo eu sei escrever;

3. se eu sei escrever, muito provavelmente eu saiba ler;

4. se eu sei ler, tenho acesso à Internet e acessei o site do Café Pilão para escrever a mensagem, eu vi o que havia escrito lá;

5. se eu me dei ao trabalho de escrever uma merda de mensagem para uma banca de idiotas do serviço de atendimento, é porque eu preciso de algo ALÉM do que está no site.

Ficou claro? Portanto, meu amigo, eu penso sinceramente que pessoas como Vsa. deveriam ser esterilizadas ao nascer, pois assim pouparíamos as futuras gerações do convívio desgastante que hoje somos obrigados a manter, em nome dos direitos humanos e da civilidade. Por fim, segue um conselho e um pedido. O conselho é que Vsa. se mate o mais rápido possível, e o pedido é que, antes de se matar, você vá tomar no CÚ.


Tréplica do Diretor de Marketing do Café Pilão:

Prezados Formandos: Como vocês já devem ter percebido, cometeram vários erros na sua solicitação, imperdoáveis em alunos que estão saindo dos bancos de uma universidade para o mercado de trabalho.

Erro 1: Vocês tentaram estabelecer contato com uma grande empresa usando o canal de comunicação errado, ou seja, o SAC, Serviço de Atendimento ao Consumidor. Se vocês já tivessem recebido a graça de um estágio numa empresa medianamente organizada, este fato, além de transformá-los em alvo de piada, jamais lhes renderia um emprego na alta administração, nem menos no telemarketing que é onde as empresas atendem idiotas iguais a vocês.

Erro 2: Vocês também revelaram grande amadorismo em fazer este tipo de contato por e-mail, como se em alguma empresa houvesse profissionais prontos para responder pedidos de filhinhos de papai que deixam os seus trabalhos de aula para a última hora, porque ficam fumando maconha, correndo gatinhas e torrando a grana da família nos botecos da vida. Existe um equipamento chamado telefone, que é atendido por uma profissional chamada telefonista. Aqui na Pilão, casualmente, a telefonista é uma diplomada em Administração pela Mackenzie, com ênfase em Comércio Exterior , que, por suas raízes, certamente abriria as portas para vocês.

Erro 3: O trabalho proposto por vocês é de uma inutilidade espantosa, uma prova de total incompetência para quem está obtendo um diploma de bacharel em administração. Na verdade, é uma pesquisa estúpida e imbecil, pois utiliza uma metodologia completamente errada ? "Entrevistas com profissionais do café para estudar os efeitos do produto exportável no mercado doméstico". Garotos, este tema já foi pesquisado há 10 anos atrás e não tem mais a mínima importância depois que Collor de Mello abriu as fronteiras do Brasil. Naquele tempo, aliás, os jovens, além de estudiosos, também eram politizados. Vocês já ouviram falar dos "caras pintadas" ou acham que isso é apenas um apelido para palhaços como vocês?

Espero, com esta resposta, estar contribuindo para a formação de vocês. Mas, se esta resposta não lhes servir como uma pequena lição, fiquem tranqüilos. Entrem novamente em nosso site e conheçam os nossos projetos sociais, destinados a recuperar jovens drogados, a fazer inclusão digital (ensina inclusive a usar a internet) e a tratar problemas sexuais em jovens estudantes.

Ah, antes que esqueça, abriu uma oportunidade de estágio para formandos em Comércio Exterior aqui na empresa: na Namíbia. Sabemos que é no cú do mundo, mas como vocês merecem tomar no cú, é um bom lugar.

Atenciosamente. Jairo Soares Diretor de Marketing

13 setembro, 2010

Invento de Nikola Tesla pode salvar mineiros presos



Gerador de ondas magnéticas

O engenheiro Gary Smith foi o inspirador da redescoberta de um conceito desenvolvido por Nikola Tesla há mais de um século.

O pioneiro da eletricidade e das radiotransmissões já havia previsto que um gerador de ondas magnéticas pode ser usado para fazer transmissões sem fios.

O "rádio magnético" é basicamente um eletroímã, que pode ser alimentado por corrente alternada comum ou mesmo pela corrente contínua de baterias, tornando-o útil em situações de emergência.

Quando a eletricidade passa por um fio, devidamente enrolado em torno de um núcleo metálico, cria-se um campo magnético de baixa intensidade que pode alcançar centenas de metros. Da mesma forma que as ondas de rádio, esse campo magnético pode ser modulado para transmitir informações.

Contudo, ao contrário dos rádios, dos telefones celulares e dos telefones via satélite, cujas ondas não conseguem atravessar rochas, argila ou outros materiais que conduzem eletricidade, o sinal magnético atravessa facilmente as rochas mais densas.

O dispositivo de comunicação por ondas magnéticas, batizado de MagneLink ( Magnetic Communication System), tem o tamanho de uma geladeira, e se mostrou capaz de oferecer comunicações seguras através de 500 metros de rocha sólida. Isto, segundo os engenheiros, atende a mais de 85% dos acidentes em minas subterrâneas.

Usando as tecnologias mais modernas de processamento de sinais, usadas nos telefones celulares, os engenheiros conseguiram praticamente eliminar o problema dos ruídos. Além de mensagens de voz, o protótipo também pode ser usado para enviar mensagens de textos.

25 agosto, 2010

Eletricidade Retirada do Ar

A descoberta do professor Galembeck parece resolver um enigma científico que já dura séculos: como a eletricidade é produzida e descarregada na atmosfera.

O professor Fernando Galembeck, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) apresentou suas descobertas históricas hoje (25) durante a reunião da American Chemical Society (ACS), em Boston, nos Estados Unidos.



Imagine dispositivos capazes de capturar a eletricidade do ar e usá-la para abastecer residências ou recarregar veículos elétricos, por exemplo.

Da mesma forma que painéis solares transformam a luz do Sol em energia, esses painéis futurísticos poderão coletar a eletricidade do ar - a mesma eletricidade que forma os relâmpagos - e direcioná-la de forma controlada para alimentar qualquer equipamento elétrico, nas casas e nas indústrias.

"Se nós soubermos como a eletricidade se acumula e se espalha na atmosfera, nós também poderemos evitar as mortes e os danos provocados pelos raios," estima Galembeck.



Os cientistas sempre consideraram que as gotas de água na atmosfera são eletricamente neutras, e permanecem assim mesmo depois de entrar em contato com as cargas elétricas nas partículas de poeira e em gotículas de outros líquidos.

Mas o professor Fernando Galembeck e sua equipe descobriram que a água na atmosfera adquire sim uma carga elétrica.

O grupo brasileiro confirmou essa ideia por meio de experimentos de laboratório que simulam o contato da água com as partículas de poeira no ar.

Eles usaram minúsculas partículas de sílica e fosfato de alumínio - ambas substâncias comumente dispersas no ar - para demonstrar que a sílica se torna mais negativamente carregada na presença de alta umidade, enquanto o fosfato de alumínio se torna mais positivamente carregado.

"Esta é uma evidência clara de que a água na atmosfera pode acumular cargas elétricas e transferi-las para outros materiais que entrem em contato com ela," explicou Galembeck. "Nós a chamamos de higroeletricidade, ou seja, a eletricidade da umidade."

Galembeck afirmou em sua apresentação que a coleta de energia da umidade poderia ajudar a prevenir a formação de raios. Ele vislumbra a colocação de painéis higroelétricos no topo de prédios em regiões onde ocorrem muitas tempestades. Os painéis drenariam a energia do ar, impedindo o acúmulo das cargas elétricas que são liberadas na forma de raios.

Seu grupo de pesquisa já está testando metais para identificar aqueles com maior potencial para utilização na captura da eletricidade atmosférica e prevenção dos raios.

Até hoje ninguém havia conseguido descrever os mecanismos do acúmulo e da dissipação das cargas elétricas na interface ar-água.

Isso pode dar a dimensão dos resultados agora obtidos pelos cientistas brasileiros.

O trabalho do professor Fernando Galembeck e sua equipe demonstra que a adsorção do vapor de água sobre superfícies de materiais isolantes (dielétricos) ou de de metais isolados - devidamente protegidas dentro de um ambiente blindado e aterrado - leva à acumulação de cargas elétricas sobre o sólido, em um intensidade que depende da umidade relativa do ar, da natureza da superfície usada e do tempo de exposição.

A pesquisa verificou ainda um aumento acentuado nas cargas elétricas acumuladas quando são usados substratos líquidos ou isolantes sólidos, sob a ação de campos externos, quando a umidade relativa do ar se aproxima de 100%.

15 agosto, 2010

Erupção Solar Provoca Forte Tempestade Geomagnética na Terra

Como esperado, uma grande ejeção de massa coronal ocorrida no início deste mês atingiu o campo magnético da Terra, produzindo forte tempestade geomagnética sobre a região polar norte.



De acordo com dados registrados por magnetômetros instalados nos EUA e Canadá atingiu a marca 6 do Índice KP que vai até 9. Esse índice é considerado de forte intensidade e pode provocar blackouts de radiopropagação e interferências em dados de GPS e balizadas de radionavegação. Índices KP superiores a 6 já passam a representar riscos de distúrbios em equipamentos eletrônicos e distribuição de energia elétrica.


De acordo com dados gerados pelo Centro de Previsão de Clima Espacial, SWPC, dos EUA, existem 35% de chances das novas tempestades atingirem as mesmas regiões da Terra e 25% de possibilidades de que as tormentas cheguem às latitudes médias do planeta. Se isso ocorrer, moradores da região mais populosa da Europa e EUA poderão observar os efeitos da tempestade.

A maior parte das partículas altamente carregadas que foram ejetadas pelo Sol são desviadas quando chegam próximas à magnetosfera da Terra. No entanto, parte dela consegue furar o bloqueio e atinge as camadas superiores da atmosfera, normalmente sobre as regiões de latitude mais altas.



Aurora na Dinamarca em Agosto de 2010

Na atmosfera superior as partículas se chocam com os átomos de oxigênio e nitrogênio que ionizados produzem radiação no comprimento de onda da luz visível e que são atraídas aos polos pelo campo magnético do planeta. Esse efeito luminoso é chamado de Aurora.

28 julho, 2010

Fe16N2 é o Material mais Magnético até agora


A equipe do Dr. Jian-Ping Wang, da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, sintetizou um material que é 18% mais magnético do que se acreditava possível.

O super ímã é formado por oito partes de ferro e uma parte de nitrogênio, um cristal não muito estável, cuja fórmula é Fe16N2.

O magnetismo de um material decorre do giro dos seus elétrons. Cada elétron funciona como um minúsculo magneto, com um campo magnético alinhado com o eixo do seu spin - quanto mais elétrons giram na mesma direção, maior se torna o magnetismo do material.

O grande problema reside justamente na dificuldade de fabricar cristais de Fe16N2, que é metaestável e tende a se "quebrar" em outras estruturas cristalinas.

Se esses novos ímãs puderem ser produzidos comercialmente, poderá ser possível, por exemplo, fabricar cabeças de leitura de discos rígidos menores e mais eficientes, permitindo colocar mais dados na mesma área e dando novo impulso ao crescimento da capacidade de armazenamento magnético.

05 julho, 2010

O que os Prêmios Nobel Dizem?


No 60º Encontro de Prêmios Nobel de Lindau (sul da Alemanha). mais de 675 jovens pesquisadores em geral escolhidos pelas academias de ciência dos 68 países presentes, se acutovelaram para ouvir o que os Prêmios Nobel de Física, Química, Biologia tinham a dizer sobre "como ter sucesso na carreira".


Oliver Smithies (Medicina, 2007, Reino Unido) disse que: Disposição para trabalhar aos sábados, aliás, é uma das recomendações para se chegar ao sucesso (além de sorte). E arranjar um cônjuge compreensivo o bastante para lidar com isso. Françoise Barré-Sinoussi (Medicina, 2008, França), a seu lado num painel posterior sobre "Ser Cientista", contou que, no dia de seu casamento, o futuro marido ligou às 11h30 para ela, que estava no laboratório, e perguntou se ela conseguiria ir. Faltava meia hora para subir ao altar. Decidiram não ter filhos.


Um estudante perguntou a John Mather (Nobel de Física, 2006, EUA) se depois de ganhar o Nobel eles tinham tido ideias melhores do as que que levaram ao prêmio. Mather retrucou na lata: "Não". E o complemento perfeito foi oferecido por sir Harry Kroto (Química, 1996, Reino Unido),:
- Não siga os conselhos de seu orientador, nem os de um Prêmio Nobel

"Nullius in Verba", lema da Real Sociedade britânica desde o século 17, que significa algo como "não se fie na palavra de ninguém".

26 junho, 2010

Trabalhos de Fenômenos de Transportes




Nas duas últimas 3 semanas, os alunos do 5 Período (C e D) de Engenharia de Produção realizaram seminários com a exposição de vídeos e conteúdos pertinentes a ementa da disciplina de Fenômenos de Transportes.

Ao estilo da apresentação de um TCC, os alunos tiveram de 30 a 45 minutos para apresentar suas conclusões sobre os temas referentes a escoamentos de fluidos, métodos matemáticos aplicados á fluidos e análise computacional de gráficos de escoamentos.

Estas apresentações tinham por objetivo expor os alunos as arguições sobre os temas apresentados, tal qual ocorrerá no TCC, além de servir como nota auxiliar na complementação da avaliação bimestral.

Parabéns a todos!....

26 maio, 2010

Logaritmos versus Terremos

Os logaritmos são aplicados na medida da intensidade de um terremoto. Na escala Richter, a intensidade I de um terremoto é definida por:

I = (2/3).LOG (E/Eo)

Onde:

E = energia liberada pelo terremoto em kWh
Eo = 0,007 kWh

19 maio, 2010

Onde está o Calor?

Onde Está o Calor que acredita-se estar acumulando na Terra nos últimos anos?

Ninguém sabe......isso leva a duas suposições.

1 – Ou as observações dos satélites estão erradas

2 – Ou o calor está acumulando em lugares que não são monitoradas e medidas, como as partes profundas dos oceanos.

Os dados dos satélites artificiais indicam que a Terra está recebendo mais calor do Sol do que refletindo para o espaço. Mas os instrumentos não conseguem encontrar onde esse calor está se acumulando.[Imagem: NASA]

Mas tem mais... as temperaturas da superfície da Terra apresentaram uma forte estabilização nos últimos anos. Contudo, o derretimento das geleiras e do gelo do Ártico, juntamente com a elevação dos níveis do mar, indica que o calor continua tendo efeitos profundos no planeta.

fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=calor-do-aquecimento-global&id=010125100420

07 maio, 2010

SOLUÇÃO DO Problema Desafio (PD)N3

Foram obtidos dados estatísticos com algarismos de 1 a 100. Sem utilizar as equações de Progressão, calcule a soma uma a uma....apresente uma alternativa para solucionar este probelama.

Já que inúmeras pessoas trouxeram a solução aqui vai a solução correta.

Some os algoritmos de 1 a 100 aos pares da seguinte forma:

1, 2, 3, 4, 5,....................................98,99,100
100,99,98,97,96,.................................... 3, 2, 1
+_____________________________________________________________________
101, 101, 101, 101,.................................101,101,101

APARECEM 100 VEZES LOGO:

(100 x 101)/2 = 5.050

Parabéns aos que tentaram......

01 maio, 2010

Problema Desafio (PD) N2

O que aconteceria com o campo magnético da Terra se o planeta rapidamente resfriasse? Qual a argumentação quanto ao campo elétrico e magnético?

29 abril, 2010

Problema Desafio (PD) N1

APRESENTE UMA SOLUÇÃO QUALITATIVA e QUANTITATIVA PARA ESTE FENÔMENO, UTILIZANDO O PRINCÍPIO DE BERNOULLI.

Dado:
velocidade média do Northrop F-14 = 750 km/h
(Os dados são apenas ilustrativos, para facilitar o entendimento do problema)

20 abril, 2010

Vulcão gera Relâmpagos























A alta temperatura da nuvem pirosclástica e o constante atrito entre as partículas constituintes da nuvem, contribuem para a eletrificação desta nuvem, tal qual ocorre numa típica nuvem de tempestade Cumulu Nimbus.

Descargas elétricas estão sendo observadas recentemente na "boca" do Vulcão Eyjafjallajokull na Islândia.

Acompanhe nas fotos a seguir o poder da natureza.



























12 abril, 2010

Densidade de Raios sobre o Planeta Terra

Estas imagens são do satélite da NASA o Optical Transient Detector, OTD, e o Lightning Imaging Sensor, LIS.
Detectaram juntos que a frequência de relâmpagos é da ordem de 40 descargas/segundo.
Esta imagem conta com dados de 1995 - 2005 e resulta numa taxa de flashes por ano.





É evidente que a partir deste mapa que a distribuição de relâmpagos em todo o mundo é desigual. Cerc a de 70% de toda a atividade ocorre nso trópicos. O local que recebe o maior número de flashes por ano, está perto da pequena aldeia de Kifuka na República Democrática do Congo. A taxa média anual de flash para este local é de cerca de 158 relâmpagos. Depois vem Fórida nos EUA com 59 raios por ano. O Brasil estima-se que contribua com 70 Milhões de raios por ano.



fonte:http://sos.noaa.gov/datasets/Atmosphere/lightning.html

15 março, 2010

7+3 dicas para um excelente TCC ou Seminários

Segundo o artigo 18 Tips for Killer Presentations: existem 7 dicas importantes para uma boa apresentação no TCC....adiciono mais algumas que são fundamentias, por isso: 7 + 3 Dicas:

  1. Vá devagar: palestrantes inexperientes inconscientemente aceleram seu ritmo para tentar compensar suas preocupações e até mesmo a eventual inclusão de conteúdo além do necessário. Fale devagar, e não “corra” os slides. E leve isso em conta na hora de definir o conteúdo!
  2. Coloque a parte importante no início: Quantas vezes você já viu um palestrante ou professor cometer o erro de deixar a parte mais importante para o final, aí acabar gastando com os assuntos iniciais mais tempo do que havia planejado, ficando sem tempo para apresentar com qualidade o “filé mignom” do seu tema? Apresentação não é novela, você não precisa guardar as surpresas para o final.
  3. Fale para fora: Você precisa ser ouvido. Fale em voz alta o suficiente, pratique antes com o microfone, faça o que for necessário para poder ser ouvido com conforto e sem esforço.
  4. Chegue CEDO: BEM cedo! Montar sua estrutura, copiar os arquivos para o micro conectado ao projetor, testar para ver se está tudo certo, corrigir os eventuais problemas, se ambientar… Você tem uma série de atividades a desempenhar antes do início da palestra, e o momento de realizá-las não é depois que o auditório já lotou.
  5. Não peça desculpas antecipadas: Quando um apresentador inicia sua palestra pedindo desculpas por estar nervoso, por não ter preparado uma apresentação mais adequada ao público a que se dirige, por sua voz às vezes falhar ou por qualquer outra circunstância ainda não ocorrida, ele chama a atenção para esta situação e *garante* que o público irá notar. Não faça. Por outro lado, se você cometer um erro ou estiver em situação extrema – afônico, por exemplo – aí sim é o caso de se desculpar imediatamente.
  6. Saiba ganhar tempo – Treine com antecedência a sua atitude diante de perguntas do público, para não fazer como a maioria dos palestrantes de primeira viagem, que mandam logo um longo “Ééééééé…” de 15 segundos, seguido do insuportável “Veja bem”. Comentar a pergunta em si, no estilo “Esta é uma ótima pergunta, e eu fico feliz que tenha surgido agora, porque ajuda a trazer o tema mais perto da realidade de vocês” é uma estratégia eficaz para ganhar os segundos que você precisa para concatenar em sua mente a resposta em si. Mas pratique antes, porque na hora precisa fluir naturalmente.
  7. Divirta-se: No começo é difícil, mas a possibilidade de divertir-se preparando e fazendo uma apresentação aumenta com o tempo, conforme você vai ficando menos mecânico e mais natural. Descubra onde estão suas limitações e resolva-as, de forma a poder aproveitar melhor as excelentes oportunidades que são as apresentações.
  8. Slide Atrativo: Saiba fazer um slide. Não use fundos muito contaminados por figuras com cores que chamem a atenção mais que o conteúdo da apresentação. Use fundos que de alguma forma esteja correlacionados com o se tema de trabalho e embora seja unanime deixar fundo branco, nao faça isso..fundo branco é pra quem nao tem criatividade.
  9. Animações e Gráficos: O uso de animações, videos ou simulações sempre ajuda no entendimento, mas seja coerente, o video deve estar fundamentalmente associado a apresentação. Gráficos são para serem "interpretados" e não apenas para serem mostrados. Discuta os gráficos, apresente argumentações sobre ele e mais ainda, proponha alternativas que poderiam melhorar os resultados apresentados.
  10. Dinâmica do Grupo: é deprimente ouvir numa apresentação: "fulano de tal dará continuidade a apresentação.....", "como os Senhores podem ver....."...por favor..você é mais criativo que isso. Treine a dinâmica da equipe. Muitas vezes o grupo é formado por 3 ou 4 participantes e a dinâmica de um dos integrantes estar apresentando e fazer "a deixa" para o próximo é fundamental para mostrar que o grupo trabalhou o tema, sabem do que estão falando e principalmente, respeitam os professores da banca ou avaliadores poupando-os de ouvir as frases "chavões".
adaptado de: “10 dicas: Como NÃO fazer uma excelente apresentação



A regra dos 10/20/30: esta regra foi proposta inicialmente pelo investidor Guy Kawazaki, e é uma jóia em sua simplicidade. Segundo ele, nenhuma apresentação efetiva deve ter mais de 10 slides, durar mais de 20 minutos ou ter alguma fonte de tamanho menor que 30. Se você não tiver tempo de ler nenhuma das outras dicas, procure seguir esta regra, e já estará com meio caminho andado.

Outra regra importante é:
uma apresentação deve ser como a "mini saia", Curta o suficiente pra chamar a Atenção...e longa o suficiente para cobrir o Conteúdo......

28 fevereiro, 2010

O Fim Pode ser em ...2014



Um asteroide de pouco mais de um quilômetro de diâmetro estaria a caminho da Terra e poderia colidir com o planeta em 21 de março de 2014.
Embora as chances de colisão sejam baixas (1 em 250 mil) o asteróide, chamado de 2003 QQ47, se aproxima da Terra a uma velocidade de 32 km/s, o equivalente a 115 mil km/h, com 1,2 quilômetro de diâmetro.



seja a simulação no site:
http://ssd.jpl.nasa.gov/sbdb.cgi?sstr=2003%20QQ47;orb=1;cov=0;log=0;cad=0#elem

23 fevereiro, 2010

Por que o Avião Invisível é INVISÍVEL?

Aviões como o F-117, possuem a capacidade de não serem detectados por radares, você sabe por que?

A explicação está no entendimento das equações de Maxwell, sim....além da pintura em sua fuselagem que possui um alto índice de absorção de energia eletromagnética, estes aviões possuem ângulos retos que acabam por dispersar as ondas eletromagnéticas que incidirem sobre sua corroceria.

Basicamente um Radar emite uma OEM e depois recebe, por reflexão, esta onda novamente e assim calcula a distância e posição do objeto em questão. Com uma fuselagem toda irregular, as OEM que nela incidirem acabam por refletir em várias direções diferentes fazendo com que o Radar espião não detecte alteração na OEM recebida.

Isto garante a "invisibilidade" do avião.

11 fevereiro, 2010

Forças atuantes em Barragens

O estudo de Vetores, Momentos, Forças a montante e a jusante, peso da estrutura e Força do Fluido, ou seja (Resistência dos Materiais + Fenômenos de Transportes), atuam continuamente sobre uma barragem, veja a representação abaixo:

29 janeiro, 2010

O Clima não tá pra brincadeira

veja este gráfico que corresponde ás medidas de localização de descargas atmosféricas entre:

29/01/2010 - 00h00min e 29/01/2010 - 23h59min

mais de 600 raios em um dia de monitoramento, somente no estado do Paraná



Fonte: Simepar/ZEUS/Starnet

25 janeiro, 2010

Primeiro Parque Eólico no Brasil

A Alstom assinou em dezembro do último ano um protocolo de intenções com o Governo do Estado da Bahia para instalar sua primeira unidade industrial de turbinas eólicas no país.


A nova fábrica vai se dedicar à montagem de turbinas eólicas com capacidade instalada de 300 megawatts por ano. O investimento estimado é de R$ 50 milhões (aproximadamente 20 milhões de euros). De acordo com os termos e condições do protocolo, a fábrica deve entrar em operação no início de 2011.

Fonte: Associação brasileira das instituições de pesquisa tecnológica

22 janeiro, 2010

Escolha um lugar em Marte que a NASA fotografa para você

A NASA disponibiliza para o público locais em Marte para serem fotografados por uma das mais poderosas câmeras já enviadas ao espaço.

A câmera é HiRISE (High Resolution Imaging Science Experiment), que está a bordo da sonda espacial MRO (Mars Reconnaissance Orbiter). Apesar das milhares de fotos já feitas, menos de 1 por cento da superfície marciana foi fotografada até agora. Assim, algo que chame a atenção de alguém pode muito bem ter valor científico e não ter sido percebido pelos pesquisadores.

Além da localização no mapa, quem quiser sugerir um local a ser fotografado deverá dar um título à sua sugestão, explicar os benefícios científicos potenciais de se fotografar aquele local e enquadrar a sugestão em um dentre 18 temas de ciência. Os temas incluem assuntos como áreas de impacto de asteroides, processos climáticos sazonais e processos vulcânicos.

O site HiWish fica no endereço http://uahirise.org/suggest/

Fonte: inovação tecnológica

09 dezembro, 2009

Sabe o que é MischMetal?

Mischmetal corresponde a uma mistura Cério (Ce) + Lantânio (La) + Neodímio (Nd) + Praseodímio (Pr).

Pode ser usado na fabricação de pedras de esqueiro, como auxiliar na remoção de impurezas em construções civis e até mesmo na Ignição de foguetes, como acontece na hora da decolagem de um ônibus espacial (veja figura).

Seu nome comercial é conhecido como Ferrocério ou Auermetal.


03 dezembro, 2009

Matemática na Construção de Rodovias

A interpolação entre pontos, chamada de Splines é uma ferramenta matemática que permite a você projetar estradas e rodovias, com a inclinação correta e com os desvios para a direita ou para a esquerda de maneira suavizada, como se fosse um gráfico de uma reta que melhor se ajusta entre vários pontos.

agora diga você........cadê o Engenheiro dessa joça! (Veja Foto)


01 dezembro, 2009

Um Ponto na Média

Engenheiros alemães contruiram uma ponte fluvial sobre o rio Elber, ela possui 918 metros de extensão e custou 500 milhões de Euros.

É usada para transportar Navios de Cargueiros e de Pessoal.

Agora..um ponto na sua média.

Utilizando seus conhecimentos de Resistência dos Materiais, responda:





- quanto de carga adicional a ponte esta recebendo se por ela passam 112 navios diariamente?

30 novembro, 2009

Como "Mensurar" o Campo Elétrico

Utilizando um equipamento chamado Field Mill, é possível "mensurar" o campo elétrico local.

As vantagens em realizar tal medida fica a critério dos objetivos de se trabalhar com os dados, que vão desde a elaboração de um modelo de distribuição de cargas dentro de um nuvem de tempestade, estimativa regional de alerta contra tempestades severas ou o perfil "temporal/espacial" da curva do Campo Elétrico.


Obtendo os dados diretamente do sensor CS110 da Campbell (sensor de Campo Elétrico Atmosférico - Simepar - Centro Politécnico - UFPR)

13 novembro, 2009

Simpósio Internacional em Curitiba

Veja a reportagem feita sobre o Simpósio Internacional de Proteção e Estudos de Descargas Atmosféricas que ocorreu esta semana (09-13 de Nov-2009) em Curitiba.





Este "Congresso" reúne os pesquisadores mais dedicados no estudo sobre descargas atmosféricas.

Os trabalhos apresentados passaram pelos sistemas de detecção de descargas, monitoramento, estudo do campo eletromagnético das descargas, aterramento e prevenção contra surtos em redes de transmissão e distribuição de energia elétrica.

Na reportagem feita pela RPC TV (na qual minha presença foi registrada já na abertura do quadro...), o entrevistado é o prof. Dr. Alexandre Piantini que além de professor do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP (IEE) é um dos idealizadores do evento que atingiu este ano a sua décima edição (X SIPDA).

Para registrar, lá estive apresentando um painel com resultados promissores a cerca das pesquisas feitas no BRASIL pelo SIMEPAR, sobre o comportamento do campo elétrico atmosférico local, que utiliza 4 sensores de campo elétrico dentre eles, um instalado nas dependências territoriais internas do AquaPark (Araucária..).



Sendo assim...a FACEAR participou, mesmo que indiretamente, deste evento pela minha representação e pelo equipamento citado, que por sua vez faz parte de uma complexa rede de monitoramento do campo elétrico local.

16 outubro, 2009

Potência de Dez e a Notação Científica


Em muitos exercícios você vai se deparar com o “problema” de representar uma distância muito grande em uma unidade na adequada, por exemplo: representar a distância da Terra e a Lua em centímetros.

Mas existe um jeito muito mais fácil, é só utilizar a notação científica. A notação científica consiste em representar os números seguidos de uma potência de dez.

A potência de dez é utilizada para abreviar múltiplos (ou submúltiplos) de dez. Assim:

100 = 10 x 10;
1000 = 10 x 10 x 10;
100000 = 10 x 10 x 10 x 10 x 10.

Logo, se 100 = 10 x 10, podemos dizer que 100 = 102. Da mesma maneira 1000 = 103, e 100000 = 105.

Para escrever um número em notação científica devemos obedecer ao seguinte formato: A x 10B onde A deve ser um número que esteja entre 1 e 9 , ou seja, deve ser maior ou igual a 1 e menor que 10 e B o número de zeros (ou casas decimais se o expoente for negativo) do número.

Exemplos:

40 é igual a 4 vezes 101, então em notação científica representa-se 40 = 4 x 101.

15000 é igual a 15 vezes 1000, ou 1,5 vezes 10000. Como 10000 que é igual 104, então em notação científica representa-se 15000 = 1,5 x 104.

0,2 corresponde a 2 dividido por 10, ou 2 multiplicado por 0,1 que corresponde a 1/10. Como 1/10 pode ser representado por 10-1, então em notação científica representa-se 0,2 = 2 x 10-1.

Notamos então que fica muito mais fácil de representar números muito grandes ou muito pequenos utilizando a notação científica e a potencia de dez.

Abaixo temos mais alguns números expressos em notação científica:

1 000 000 = 10 x 10 x 10 x 10 x 10 x 10 = 106 mega
100 000 = 10 x 10 x 10 x 10 x 10 = 105
10 000 = 10 x 10 x 10 x 10 = 104
1 000 = 10 x 10 x 10 = 103 quilo
100 = 10 x 10 = 102
10 = 10 = 101
1 = 1 = 100
0,1 = 1/10 = 10-1
0,01 = 1/100 = 10-2 centi
0,001 = 1/1000 = 10-3 mili
0,0001 = 1/10 000 = 10-4
0,00001 = 1/100 000 = 10-5
0,000001 = 1/1 000 000 = 10-6 micro


fonte: http://www.efeitojoule.com

15 outubro, 2009

Quem são os profissionais do futuro?

Dominar as novas tecnologias pode não ser suficiente. O novo profissional tem que dar conta de enfrentar desafios éticos, sociais, culturais e ambientais.


Segundo o Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares (Ieat) da UFMG algumas profissões estarão em evidência nos próximos anos.
Dentre eles:

- O gestor de resíduos ou lixólogo é uma dessas profissões; O lixo é de difícil eliminação como o radioativo.

- A nanotecnologia é outro campo com grande potencialidade. - capaz de projetar microrrobôs para as mais diversas finalidades, de explorações geológicas a operações no corpo humano.

- Ser um especialista em ética também pode ser um bom caminho já que a ética é sempre chamada para a discussão de uma série de questões contemporâneas em áreas como meio ambiente, biologia e medicina.

- Outras profissões são a de tradutor cultural, cientista socioambiental, especialista em desastres e epidemias contemporâneas, gestor de cidades e organizador de dados.

MAS CUIDADO,....estas profisões estão em ascendência e por isso mesmo não significa que as atuais profissões existentes no mercado vão se extinguir. Calma.....mas a mensagem é esta, FIQUE ATENTO AS MUDANÇAS , pois não existe profissão que substitua outras, mas sim outra que nasce em seu lugar.

09 outubro, 2009

Falta de Luz Solar Aumenta a Depressão


Falta de luz solar está ligada à redução de funções cognitivas entre pessoas com depressão, aponta um novo estudo publicado na revista Environmental Health.

O trabalho foi feito por pesquisadores da Universidade do Alabama e da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, que usaram dados de satélites para medir a exposição à luz do Sol pelo território do país e relacionar as informações com a prevalência de problemas cognitivos em indivíduos com depressão.

Observou-se que entre os participantes com depressão a baixa exposição à luz estava associada com uma probabilidade mais elevada de prejuízo cognitivo.

Estudos ainda mostram que a influência do clima (dias com nuvem mais escuras e com índices de densidade de íons na atmosfera) atua significativamente no comportamento agressivo das pessoas, mostrado comparativamente pelos dados de acidentes e homicídios.

20 setembro, 2009

"SOL" Castiga a Terra com Ventos Solares

O Sol pode castigar a Terra com fortes ventos de íons que atrapalham as telecomunicações, a aviação e as redes elétricas mesmo quando está na fase "quieta" dos seus ciclos de 11 anos de atividade, afirmam pesquisadores americanos.














Cientistas tradicionalmente têm usado o número de manchas na superfície do Sol para medir sua atividade. O número de manchas solares atinge um pico no período chamado de máximo solar, e só depois começa a cair até atingir um mínimo e reiniciar o ciclo.

Durante o pico, intensas erupções solares e tempestades geomagnéticas ejetam grandes quantidades de íons --partículas eletricamente carregadas- ao espaço. Quando essas partículas atingem o campo magnético da Terra, causam o belo espetáculo atmosférico das auroras polares, mas derrubam a comunicação com os satélites.

Fonte: Journal of Geophysical Research

28 agosto, 2009

Ondas Whistler

O estudo dos Whistlers está associado ao processo de entendimento da dinâmica da magnetosfera e das propriedades magnetoionicas dos elétrons e íons que por sua vez podem afetar a propagação de sinais eletromagnéticos neste meio.

Ondas eletromagnéticas (OEM) no VLF são gerados por descargas atmosféricas e frequentemente penetram na ionosfera propagando-se dentro da magnetosfera onde a propagação é determinada por plasmas de baixa energia. Estas OEM chamadas Whistler, podem se propagar em dutos atmosféricos ou ao longo das linhas do campo magnético terrestre até retornar a ionosfera terrestre.

Ouça os sons dos Whistlers:

http://www.dd1us.de/spacesounds%206.html

Ondas Whistler, oriundas de descargas atmosféricas propagando-se ao longo das linhas do Campo Magnético Terrestre.

Video:

Satélites de órbitas médias e baixas (entre 1000-1500 km(Médium Earth Orbit - MEO) e 600-700 km (Low Earth Orbit - LEO)), podem sentir os efeitos desta OEM na forma de uma Pressão de Radiação Eletromagnética e cujos resultados pode estar associados a alteração dos elementos orbitais de determinado satélite.
Pressão de Radiação Eletromagnética sobre órbita de satélites (minha tese de doutorado)



Veja as Super Tempestades vistas a bordo do ônibus Espacial:
http://www.youtube.com/watch?v=QfmcD3RxFCc



Veja Também a diferença entre Auroras Boreais e Auroras Austrais:
http://www.youtube.com/watch?v=e6qvaSmQloQ


Video: veja a densidade de descargas atmosféricas sobre o globo terrestre

Você já viu somente a Superfície Física da Terra?

Profundidade dos Oceanos



Superfície "redonda" da Terra (sem os Oceanos)



27 agosto, 2009

RESUMO DO MEU CURRICULUM LATTES


PROF: ARMANDO HEILMANN M.Sc

- Possui graduação (Bacharelado e Licenciatura) em Física pela Universidade Federal do Paraná (2004).
- Mestre pela Universidade de São Paulo (USP) no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) com ênfase em Ciência Atmosféricas e Descargas Elétricas.
- Doutorando pelo Departamento de Geomática (Ciências Geodésicas/Geodésia Espacial) na UFPR.
Ministrou disciplinas de graduação: Física (Eletromagnetismo, Mecânica, Ondulatória, Óptica, Termodinâmica e Física Moderna); Resistência dos Materiais e Fenômenos de Transportes (Mecânica dos Fluidos).
É pesquisador junto ao grupo de estudos e monitoramento de descargas atmosféricas do SIMEPAR. Atuando principalmente nos seguintes temas: Propagação de Ondas Eletromagnéticas no Meio Ionosférico, Monitoramento de Descargas Atmosféricas (no espectro do VLF, ELF, LF e VHF), Monitoramento e Análise de Campo Elétrico Atmosférico Local (sensores Field Mills), Pressão de Radiação Eletromagnética proveniente das Ondas Whistlers e Sferics.

Curriculum Lattes:
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4772622A1

A Formação das Descargas Atmosféricas


Eletrificação das tempestades

As tempestades são caracterizadas por nuvens frias, a presença de descargas atmosféricas na atmosfera, é uma conseqüência da separação localizada de cargas elétricas dentro das nuvens. Durante a formação de uma nuvem, enquanto a água estiver na fase líquida, podemos caracterizar a nuvem como “nuvem quente”. Por outro lado, se cristais de gelo estão envolvidos no processo de formação da precipitação, a nuvem é caracterizado como “nuvem fria”, independentemente de qual seja a sua temperatura ao atingir o solo. Uma nuvem de tempestade inicia-se com a elevação de uma parcela de ar quente e úmido, seja por correntes ascendentes (advecção, efeitos orográficos, efeitos dinâmicos ou convecção térmica) ou por agentes forçantes (montanhas, frentes frias, etc.). Enquanto sobe na atmosfera a parcela sofre expansão em decorrência da diminuição da pressão atmosférica com a altura e resfria-se por expansão adiabática.O resfriamento provoca uma diminuição da capacidade da parcela em reter o vapor de água e conseqüentemente ocorre um aumento da umidade relativa do ar, neste estágio o resfriamento pode causar saturação desta parcela e a condensação sobre núcleos apropriados, as quais são chamadas de núcleo de condensação (NC), estes núcleos de condensação são facilitados pela presença de hidrometeoros, que são partículas de água, líquidas ou sólidas, em queda ou em suspensão na atmosfera e que podem ser elevadas da superfície por ventos ou depositadas sobre objetos. O nível em que isto ocorre define-se como o nível de condensação por levantamento (NCL) e a partir deste nível, ocorre liberação de calor latente de condensação. A liberação de calor latente tende a diminuir a taxa de resfriamento, embora a parcela continue a sofrer resfriamento adiabático (PRUPPACHER, 1978).Se a atmosfera for absolutamente instável, a parcela pode continuar a desenvolver-se verticalmente e ultrapassar a altitude onde a temperatura está abaixo do nível de congelamento (isoterma de 0 oC), neste nível há a formação de cristais de gelo, que ainda coexistem com as gotículas de água. O crescimento dos cristais de gelo no interior da nuvem pode ser dado por deposição direta de vapor, após isto é possível o crescimento por sucessivas colisões, no entanto em algumas nuvens o processo de crescimento ocorre também por agregação e acreção.

CARREGAMENTO DAS TEMPESTADES

A transferência de carga descrita nestas hipóteses é explicada nos instantes iniciais da formação da estrutura elétrica da nuvem, e ocorre através das colisões de partículas de diferentes tamanhos em instantes posteriores a formação da nuvem, a presença ou não de um campo elétrico, de dentro de uma nuvem de tempestade pode chegar á ~120 kV/m, possibilita a polarização dos hidrometeoros[2] pelos mecanismos de carregamento que podem ser: mecanismos indutivos[3], mecanismos não-indutivos[4], mecanismo de captura de íons[5] e mecanismo indutivo de partícula-partícula[6]. Dos mecanismos que melhor explicam a transferência de cargas, há uma preferência pelo processo não–indutivo, devido à possibilidade de se desprezar a existência prévia de um campo elétrico. Em tempestades a concentração de íons é insuficiente para que ocorra uma captura seletiva de íons, desta forma o mecanismo de captura seletiva de íons descreve de maneira parcial o desenvolvimento do campo elétrico dentro de uma nuvem de tempestade. Para prevalecer o mecanismo indutivo é condição necessária que as partículas que colidem se separem e o tempo de contato entre estas deve ser suficientemente longo para que ocorra transferência de cargas. (MACGORMAN, 1998; MASON, 2003; WILLIAMS, 1988).

OS PROCESSOS DE UMA DESCARGA ATMOSFÉRICA

Um relâmpago nuvem-solo inicia-se através da quebra de rigidez dielétrica do ar dentro da nuvem. A presença da condutividade e de cargas na superfície da Terra infere um campo elétrico de tempo bom, em geral orientado em direção ao solo. Nos continentes a média do campo elétrico é cerca de 120 V/m, contudo assumindo um aumento exponencial da condutividade elétrica da superfície com a altitude, o campo elétrico decresce na mesma proporção, (no entanto, próximo ao solo o campo elétrico apresenta variações atribuídas aos movimentos das cargas além das variações diurnas e sazonais), assim uma descarga atmosférica é causada por um intenso campo elétrico dentro da nuvem (entre 100-400 kV/m) que excede o campo local (~120 V/m) permitindo a quebra de rigidez (MASON, 2003). O processo de quebra de rigidez tem uma duração média de 100 milissegundos. Este processo estabelece as condições para que as cargas sejam levadas rumo ao solo pelo Líder Escalonado ou Stepped Leader .Sobre a influência do campo elétrico estabelecido entre a nuvem e o solo (assumindo um direcionamento para o solo do campo elétrico e uma descarga negativa), as cargas negativas então movem-se aleatoriamente em etapas parando repetidas vezes no ar, em intervalos de alguns metros (~50m), em direção ao solo. Ao longo do caminho, algumas cargas seguem outros rumos devido à influência de cargas na atmosfera ao redor do canal, formando ramificações. As cargas no canal movem-se rumo ao solo com velocidade média de cerca de 100 km/s produzindo uma fraca luminosidade em uma região com diâmetro entre 1 e 10 metros ao longo do qual a carga é depositada. Quando o canal do líder escalonado aproxima-se do solo, a carga elétrica contida no canal produz um campo elétrico intenso entre a extremidade do líder e o solo, fazendo com que ocorra uma descarga positiva ascendente denominada Descarga Conectante ou Upward Leader .




Quando um dos líderes conectantes encontra o líder escalonado, o canal do relâmpago está formado, ocorre o chamado “Attachment”. E ocorre a Descarga de Retorno ou Return Stroke . Frequentemente os processos de lideres e descargas repetem-se no mesmo canal ionizado em diferentes intervalos. O Líder Subseqüente ou Dart Leader move-se pelo mesmo canal como o líder escalonado original que em geral não possui ramificações. Devido à resistência elétrica do canal agora ser baixa, o líder contínuo descende rapidamente e quando se aproxima do solo, normalmente ocorre uma descarga de retorno para a nuvem.Ocasionalmente, o flash é uma referência utilizada para descrever às várias descargas no sentido do conjunto de correntes de retorno “Descargas Subseqüentes ou Dart Leader” envolvidas após o fechamento do canal.Durante este processo campos elétricos e magnéticos sofrem variações no tempo e no espaço, desta forma as descargas atmosféricas produzem sinais eletromagnéticos conhecidos, no espectro de rádio, como Radio Atmospherics – Sferics, sendo a maior parte da energia irradiada presente no espectro do Very Low Frequency (VLF) e Extremely Low Frequency (ELF). Este espectro eletromagnético consegue se propagar a longas distâncias pelo guia de onda formada pela baixa Ionosfera e a superfície da Terra (BARR et. al, 2000; BUDDEN, 1951; LEE, 1989). Radio Atmospherics Desde 1920 até 1960 a parte da atmosfera com grande concentração de elétrons livres e íons, mais tarde conhecida com ionosfera, propôs a base para as explorações por ondas de rádio. Mais de 20 anos depois das formulações das equações de Maxwell em 1860, Hertz comprovou a propagação de ondas eletromagnéticas (ORSINI, 1950).Sferics são pulsos de curta duração (entre 1 – 10 ms) com campos elétricos verticais provenientes de descargas atmosféricas. O significado espectral da forma de onda pode ser usado para estudos a respeito da propagação de ondas de rádio pelo guia de onda formado pela superfície da Terra e a baixa ionosfera (TAYLOR, 1960). O pulso eletromagnético gerado por uma descarga atmosférica está situado numa banda larga do espectro eletromagnético, contudo, a maior parte da energia irradiada encontra-se no espectro do Very Low Frequency (VLF) e Extremely Low Frequency (ELF), estas energias se propagam livremente pelo guia de onda formado pela baixa ionosfera e a superfície terrestre (Cummer, 1997).


[1] http://www.nasa.gov/vision/universe/solarsystem/rhessi_tgf.html.
[2] Os hidrometeoros admitem composições associadas à determinada quantidade de água e possuem polaridade de carga devida estar ou não na presença de um campo elétrico
.
[3] As cargas são separadas pelo processo indutivo durante a colisão de partículas de diferentes polarizações e tamanhos inseridos num campo elétrico inicial. A colisão entre partículas de diferentes tamanhos, possibilita uma aquisição maior de cargas (-), por partículas maiores que migram para a base da nuvem. As limitações para ste tipo de transferência residem num tempo adequado de contato para que ocorra a efetiva transferência de cargas bem como a dependência do ângulo de contato e magnitude de polarização pelo campo elétrico.

[4] Neste processo não há a necessidade de um campo elétrico.
[5] Quando uma quantidade igual de íons positivos e negativos está presente, pode ocorrer uma polarização preferencial nas gotículas, este ficou conhecido como efeito Wilson.

[6] A transferência de cargas neste mecanismo é marcada pelo grau de polarização das partículas cuja indução de cargas nos hidrometeoros é modificada durante a aproximação de outro hidrometeoro.