Disciplina: Fenômenos de Transporte
Dia: 29/11 (quarta feira)
Hora: 19h30min
Pedindo Ajuda
Professor que estás na sala,
Equilibrada seja a sua paciência...
Seja feita a sua prova,
Com cuidado e benevolência.
O Dez nosso de cada dia nos dê sempre,
Perdoe as nossas faltas,
assim como nós perdoamos suas equações...
Não nos deixe em recuperação,
e nos livre da reprovação...
Blog do Professor* Doutor Armando Heilmann Dedique-se a Descobrir e Explorar a Física e seus Conceitos de uma Maneira Totalmente Diferente. * Professor: É alguém que professa, proclama, atesta e transmite o conhecimento adquirido por ele em uma arte ou ciência
14 novembro, 2013
22 setembro, 2013
Turbina eólica explode espetacularmente durante tempestade
Não é a primeira vez que uma turbina eólica se incendeia, mas o que está
desafiando os engenheiros é por que esta explodiu tão
espetacularmente.[Imagem: Stuart McMahon]
Esta incrível explosão de uma turbina eólica ocorreu em North Ayrshire, na Escócia, nesta quinta-feira.
Não é a primeira vez que uma turbina eólica se incendeia, mas o que está desafiando os engenheiros é por que esta explodiu tão espetacularmente.
O acidente ocorreu durante uma tempestade em que os ventos podem ter superado os 200 km/h.
Ocorre que as turbinas eólicas possuem um sistema de proteção que as desliga quando o vento supera os 90 km/h.
Obviamente o sistema não funcionou neste caso.
Caixa de câmbio
A maior preocupação é que a turbina arremessou grandes pedaços de peças a grandes distâncias, algumas delas em chamas.
Até agora, a única preocupação dos moradores no entorno dos parques eólicos era o barulho das turbinas.
Segundos antes da explosão, toda a "capa" de revestimento das pás, feita de fibra de carbono, se soltou e foi embora com o vento.
A fabricante da turbina, a dinamarquesa Vestas, afirmou que vai investigar as causas do acidente, levantando a hipótese de que as engrenagens que mantêm a rotação da turbina constante podem ter falhado, impedindo o seu desligamento automático.
FONTE: Com informações da New Scientist - 10/12/2011
Esta incrível explosão de uma turbina eólica ocorreu em North Ayrshire, na Escócia, nesta quinta-feira.
Não é a primeira vez que uma turbina eólica se incendeia, mas o que está desafiando os engenheiros é por que esta explodiu tão espetacularmente.
O acidente ocorreu durante uma tempestade em que os ventos podem ter superado os 200 km/h.
Ocorre que as turbinas eólicas possuem um sistema de proteção que as desliga quando o vento supera os 90 km/h.
Obviamente o sistema não funcionou neste caso.
Caixa de câmbio
A maior preocupação é que a turbina arremessou grandes pedaços de peças a grandes distâncias, algumas delas em chamas.
Até agora, a única preocupação dos moradores no entorno dos parques eólicos era o barulho das turbinas.
Segundos antes da explosão, toda a "capa" de revestimento das pás, feita de fibra de carbono, se soltou e foi embora com o vento.
A fabricante da turbina, a dinamarquesa Vestas, afirmou que vai investigar as causas do acidente, levantando a hipótese de que as engrenagens que mantêm a rotação da turbina constante podem ter falhado, impedindo o seu desligamento automático.
FONTE: Com informações da New Scientist - 10/12/2011
Relâmpago escuro é evento de maior energia na Terra
Explosão de raios gama terrestres
Quando elétrons relativísticos colidem com as moléculas de ar, eles geram raios gama - o relâmpago escuro - que dispara rumo ao espaço. [Imagem: Studio Gohde]
Cientistas acreditam ter finalmente documentado a associação entre uma explosão de radiação de alta energia, chamada "relâmpago escuro", com os relâmpagos comuns que ocorrem durante tempestades.
Os relâmpagos escuros são uma explosão de raios gama gerados durante as tempestades por elétrons em movimento extremamente rápido que colidem com as moléculas de ar.
O relâmpago escuro é a radiação mais energética produzida naturalmente na Terra, sendo poderosa o suficiente para ejetar antimatéria para o espaço.
Os pesquisadores chamam essas explosões, que só foram descobertas em 1991, de flashes de raios gama terrestres - as explosões de raios gama são comumente associadas com eventos cosmológicos.
Embora já se soubesse que os relâmpagos escuros ocorram naturalmente em tempestades, os cientistas ainda não sabem com que frequência essas explosões ocorrem e nem se elas são geradas pelo mesmo evento que gera os raios comuns.
A nova descoberta fornece evidências observacionais de que os dois fenômenos estão conectados, embora a natureza exata da relação entre o raio luminoso comum e a variedade escura ainda esteja mergulhada em nuvens escuras.
"Nossos resultados indicam que os dois fenômenos, relâmpagos brilhante e escuro, são processos intrínsecos na descarga de um raio," afirmou Nikolai Ostgaard, da Universidade de Bergen, na Noruega.
Tempestade na Venezuela
Ostgaard e seus colegas reanalisaram dados obtidos por dois satélites artificiais independentes que coincidentemente sobrevoavam a Venezuela a 300 quilômetros de altitude quando um poderoso raio explodiu dentro de uma nuvem de tempestade.
Um dos satélites estava equipado com uma câmera visível voltada para o solo, e o outro tinha a bordo um detector de raios gama.
Cruzando os dados dos dois, os pesquisadores acreditam já ter dados suficientes para arriscar uma hipótese sobre a origem das explosões de raios gama terrestres.
Segundo eles, o raio cria uma cascata de elétrons que se deslocam próximo da velocidade da luz.
Quando esses elétrons relativísticos colidem com as moléculas de ar, eles geram raios gama - o relâmpago escuro - e elétrons de energia mais baixa, que são os principais transportadores da corrente elétrica que produz o relâmpago visível.
Informações mais detalhadas sobre o evento deverão ser fornecidas por um satélite desenvolvido por estudantes e que será enviado ao espaço pela NASA:
Bibliografia:
Simultaneous observations of optical lightning and terrestrial gamma ray flash from space
N. Ostgaard, T. Gjesteland, B. E. Carlson, A. B. Collier, S. Cummer, G. Lu, H. J. Christian
Geophysical Research Letters
DOI: 10.1002/grl.50466
Quando elétrons relativísticos colidem com as moléculas de ar, eles geram raios gama - o relâmpago escuro - que dispara rumo ao espaço. [Imagem: Studio Gohde]
Cientistas acreditam ter finalmente documentado a associação entre uma explosão de radiação de alta energia, chamada "relâmpago escuro", com os relâmpagos comuns que ocorrem durante tempestades.
Os relâmpagos escuros são uma explosão de raios gama gerados durante as tempestades por elétrons em movimento extremamente rápido que colidem com as moléculas de ar.
O relâmpago escuro é a radiação mais energética produzida naturalmente na Terra, sendo poderosa o suficiente para ejetar antimatéria para o espaço.
Os pesquisadores chamam essas explosões, que só foram descobertas em 1991, de flashes de raios gama terrestres - as explosões de raios gama são comumente associadas com eventos cosmológicos.
Embora já se soubesse que os relâmpagos escuros ocorram naturalmente em tempestades, os cientistas ainda não sabem com que frequência essas explosões ocorrem e nem se elas são geradas pelo mesmo evento que gera os raios comuns.
A nova descoberta fornece evidências observacionais de que os dois fenômenos estão conectados, embora a natureza exata da relação entre o raio luminoso comum e a variedade escura ainda esteja mergulhada em nuvens escuras.
"Nossos resultados indicam que os dois fenômenos, relâmpagos brilhante e escuro, são processos intrínsecos na descarga de um raio," afirmou Nikolai Ostgaard, da Universidade de Bergen, na Noruega.
Tempestade na Venezuela
Ostgaard e seus colegas reanalisaram dados obtidos por dois satélites artificiais independentes que coincidentemente sobrevoavam a Venezuela a 300 quilômetros de altitude quando um poderoso raio explodiu dentro de uma nuvem de tempestade.
Um dos satélites estava equipado com uma câmera visível voltada para o solo, e o outro tinha a bordo um detector de raios gama.
Cruzando os dados dos dois, os pesquisadores acreditam já ter dados suficientes para arriscar uma hipótese sobre a origem das explosões de raios gama terrestres.
Segundo eles, o raio cria uma cascata de elétrons que se deslocam próximo da velocidade da luz.
Quando esses elétrons relativísticos colidem com as moléculas de ar, eles geram raios gama - o relâmpago escuro - e elétrons de energia mais baixa, que são os principais transportadores da corrente elétrica que produz o relâmpago visível.
Informações mais detalhadas sobre o evento deverão ser fornecidas por um satélite desenvolvido por estudantes e que será enviado ao espaço pela NASA:
Bibliografia:
Simultaneous observations of optical lightning and terrestrial gamma ray flash from space
N. Ostgaard, T. Gjesteland, B. E. Carlson, A. B. Collier, S. Cummer, G. Lu, H. J. Christian
Geophysical Research Letters
DOI: 10.1002/grl.50466
12 agosto, 2013
06 agosto, 2013
Lightning in Space
A cor vermelha caracteriza um Sprite.
Tempestades sobre a Africa.
flashes_near_landmark_Palacio_Salvo_Montevideo_Uruguay_February_28_2012
Jiangxi province July 20 2010 China
Lake Michigan_Streeterville north downtown Chicago
Sprite em alta resolução
Warsaw Poland on June 20 2012
30 julho, 2013
10 dicas do que não fazer num trabalho científico
1. NÃO PROCRASTINE
Parece mágica: é só sentar em frente ao computador para escrever nosso trabalho que qualquer coisa na internet ou na televisão se torna mais atraente e interessante. De vídeos de humor no YouTube a chamadas sobre a Nana Gouveia no site da Globo. E é aí que mora o perigo: o tempo passa, o prazo final se aproxima, e aquilo que poderia ter sido escrito com calma e muito cuidado, acaba por ser escrito às pressas. A dica aqui é uma só: disciplina. Organize seu tempo, estabeleça metas diárias, semanais e mensais, e se policie. Está com bloqueio criativo? Fica encarando o cursor piscando na tela em branco? Pare de pensar que seu trabalho necessita ser escrito de forma linear, ou seja, do começo ao fim. Comece escrevendo qualquer parágrafo, trecho ou parte que lhe vier à cabeça naquele momento. Você irá perceber que após começar, uma ideia vai puxando outra, e o texto irá fluir naturalmente.
Parece mágica: é só sentar em frente ao computador para escrever nosso trabalho que qualquer coisa na internet ou na televisão se torna mais atraente e interessante. De vídeos de humor no YouTube a chamadas sobre a Nana Gouveia no site da Globo. E é aí que mora o perigo: o tempo passa, o prazo final se aproxima, e aquilo que poderia ter sido escrito com calma e muito cuidado, acaba por ser escrito às pressas. A dica aqui é uma só: disciplina. Organize seu tempo, estabeleça metas diárias, semanais e mensais, e se policie. Está com bloqueio criativo? Fica encarando o cursor piscando na tela em branco? Pare de pensar que seu trabalho necessita ser escrito de forma linear, ou seja, do começo ao fim. Comece escrevendo qualquer parágrafo, trecho ou parte que lhe vier à cabeça naquele momento. Você irá perceber que após começar, uma ideia vai puxando outra, e o texto irá fluir naturalmente.
2. NÃO SEJA PERDIDO
Uma frase repetida à exaustão em palestras motivacionais para empresários é “para quem não sabe aonde quer chegar, qualquer lugar servirá“. Pois esta ideia se aplica à elaboração do seu trabalho acadêmico também. Depois de todo o trabalho de coleta e análise dos dados, e com suas hipóteses e seus objetivos em mente, escreva suas conclusões. As conclusões não devem ser a última parte a ser escrita. Devem ser a primeira. Assim, é possível planejar todo o texto para que o mesmo conduza e prepare o leitor para as conclusões. A definição das conclusões do trabalho também poderá auxiliá-lo na redação de todo o texto, principalmente, na discussão dos resultados.
Uma frase repetida à exaustão em palestras motivacionais para empresários é “para quem não sabe aonde quer chegar, qualquer lugar servirá“. Pois esta ideia se aplica à elaboração do seu trabalho acadêmico também. Depois de todo o trabalho de coleta e análise dos dados, e com suas hipóteses e seus objetivos em mente, escreva suas conclusões. As conclusões não devem ser a última parte a ser escrita. Devem ser a primeira. Assim, é possível planejar todo o texto para que o mesmo conduza e prepare o leitor para as conclusões. A definição das conclusões do trabalho também poderá auxiliá-lo na redação de todo o texto, principalmente, na discussão dos resultados.
3. NÃO ECONOMIZE NA LEITURA DE ARTIGOS
Em primeiro lugar, ler mais irá lhe auxiliar a escrever melhor. Você deve ouvir isso desde o ensino fundamental. Acredite, é verdade. Além disso, ler vários artigos relacionados ao seu tema irá lhe proporcionar maior segurança na discussão de seus resultados e outras formas de observar seu problema de pesquisa. Dominar o assunto sobre você está escrevendo e fundamental, por isso, não tenha preguiça de ler muitos artigos.
Em primeiro lugar, ler mais irá lhe auxiliar a escrever melhor. Você deve ouvir isso desde o ensino fundamental. Acredite, é verdade. Além disso, ler vários artigos relacionados ao seu tema irá lhe proporcionar maior segurança na discussão de seus resultados e outras formas de observar seu problema de pesquisa. Dominar o assunto sobre você está escrevendo e fundamental, por isso, não tenha preguiça de ler muitos artigos.
4. NÃO SUBESTIME A ABNT
Não existe nada mais chato que formatar um texto segundo as normas da ABNT. Evite deixar para fazer isso apenas após o término do trabalho, quando provavelmente estará cansado e sem muita paciência. Aprenda as normas previamente e já escreva seu texto segundo as mesmas, principalmente se você não utiliza um gerenciador de citações bibliográficas, como o EndNote, o Mendely ou o Zotero. Descobrir os autores das citações que você não colocou a referência enquanto escrevia pode levar um bom tempo, o que torna a tarefa antiprodutiva.
Não existe nada mais chato que formatar um texto segundo as normas da ABNT. Evite deixar para fazer isso apenas após o término do trabalho, quando provavelmente estará cansado e sem muita paciência. Aprenda as normas previamente e já escreva seu texto segundo as mesmas, principalmente se você não utiliza um gerenciador de citações bibliográficas, como o EndNote, o Mendely ou o Zotero. Descobrir os autores das citações que você não colocou a referência enquanto escrevia pode levar um bom tempo, o que torna a tarefa antiprodutiva.
5. NÃO ESPECULE
Evite generalidades, mas abuse dos dados. Generalidades são boas para conversa de mesa de bar. Cada afirmação do seu texto deve ser capaz de ser respaldada por dados, informações e interpretações encontradas em artigos e textos de outros autores ou na sua própria pesquisa. Não importa o que – ou quem – você usa para embasar suas afirmações, nem que você referencie explicitamente cada afirmação, mas todas as afirmações precisam ser suportadas de alguma forma.
Evite generalidades, mas abuse dos dados. Generalidades são boas para conversa de mesa de bar. Cada afirmação do seu texto deve ser capaz de ser respaldada por dados, informações e interpretações encontradas em artigos e textos de outros autores ou na sua própria pesquisa. Não importa o que – ou quem – você usa para embasar suas afirmações, nem que você referencie explicitamente cada afirmação, mas todas as afirmações precisam ser suportadas de alguma forma.
6. NÃO COLOQUE EM SEU TEXTO ALGO QUE NÃO SAIBA EXPLICAR
Se você que estudou aquele tema durante meses, “viveu” seu trabalho, e escreveu o texto, não compreende completamente o que algo significa, imagine quem está lendo seu trabalho. Existe, portanto, uma enorme possibilidade da banca perguntar sobre isso. Se for algo imprescindível ao trabalho, trate de estudar e dominar aquele assunto. Caso contrário, não se complique à toa.
Se você que estudou aquele tema durante meses, “viveu” seu trabalho, e escreveu o texto, não compreende completamente o que algo significa, imagine quem está lendo seu trabalho. Existe, portanto, uma enorme possibilidade da banca perguntar sobre isso. Se for algo imprescindível ao trabalho, trate de estudar e dominar aquele assunto. Caso contrário, não se complique à toa.
7. NÃO FAÇA UMA “COLCHA DE RETALHOS”
Escrever um trabalho acadêmico é mais do que apenas fornecer informações ou opiniões de outros autores. Faça uma discussão sobre estas informações, relacione-as com os seus resultados, com os resultados de outros autores. Demonstre que você domina o assunto e que consegue tornar o texto mais agradável, desenvolvendo um estilo próprio.
Escrever um trabalho acadêmico é mais do que apenas fornecer informações ou opiniões de outros autores. Faça uma discussão sobre estas informações, relacione-as com os seus resultados, com os resultados de outros autores. Demonstre que você domina o assunto e que consegue tornar o texto mais agradável, desenvolvendo um estilo próprio.
8. NÃO FIQUE COM APENAS DUAS OPINIÕES
Terminou de escrever seu trabalho? Depois de duas ou três leituras você e seu orientador provavelmente não conseguirão encontrar mais nenhum erro. Parece que nós nos “acostumamos” com eles. Por isso, peça para seus colegas de curso, seu vizinho, seu namorado, sua tia lerem seu trabalho também. Cada pessoa que ler seu trabalho terá uma visão diferente sobre o mesmo, baseada em sua história de vida e em seus conhecimentos. Tenho certeza que você irá se surpreender com o resultado desta dica.
Terminou de escrever seu trabalho? Depois de duas ou três leituras você e seu orientador provavelmente não conseguirão encontrar mais nenhum erro. Parece que nós nos “acostumamos” com eles. Por isso, peça para seus colegas de curso, seu vizinho, seu namorado, sua tia lerem seu trabalho também. Cada pessoa que ler seu trabalho terá uma visão diferente sobre o mesmo, baseada em sua história de vida e em seus conhecimentos. Tenho certeza que você irá se surpreender com o resultado desta dica.
9. NÃO CONFIE EM SEU COMPUTADOR
Tenha cópias do seu trabalho impressas, em seu email, em HD externo e nas “nuvens” (Google Drive, Dropbox, etc). A lei de Murphy é implacável com a pós-graduação, portanto é melhor não arriscar. Também não confie em sua impressora na véspera da entrega do trabalho. Se possível, termine e imprima seu trabalho com um dia de antecedência para evitar surpresas desagradáveis.
Tenha cópias do seu trabalho impressas, em seu email, em HD externo e nas “nuvens” (Google Drive, Dropbox, etc). A lei de Murphy é implacável com a pós-graduação, portanto é melhor não arriscar. Também não confie em sua impressora na véspera da entrega do trabalho. Se possível, termine e imprima seu trabalho com um dia de antecedência para evitar surpresas desagradáveis.
10. NÃO BRIGUE COM SEU ORIENTADOR
Seu orientador não responde seus e-mails, não atende suas chamadas, não lê seu texto e te bloqueou no Facebook. É complicado, eu sei. Mas conte até dez e evite discutir desnecessariamente com seu orientador, afinal, você depende dele. Na hora da defesa, ele pode comprar sua briga ou te jogar para os leões. Pense nisso.
Seu orientador não responde seus e-mails, não atende suas chamadas, não lê seu texto e te bloqueou no Facebook. É complicado, eu sei. Mas conte até dez e evite discutir desnecessariamente com seu orientador, afinal, você depende dele. Na hora da defesa, ele pode comprar sua briga ou te jogar para os leões. Pense nisso.
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Texto adaptado do original “10 coisas para não fazer na monografia”, de autoria de Ricardo Oliveira e disponível no DIVERSITÁ BLOG.
10 julho, 2013
FENÔMENOS DE TRANSPORTE AGOSTO 2013
Fazer um resumo, com textos retirados do filme: Como Tudo Funciona: ÁGUA, do canal Discovery HD THEATER (link abaixo).
Modelo: Artigo da revista eletrônica facear
Entrega: a discutir
18 junho, 2013
17 junho, 2013
Discentes com a palavra..
A seguir trechos do relato feito por um, uma discente do curso de Engenharia de Produção da Faculdade Educacional Araucária.
O relato feito, vai ao encontro do desejo tanto do autor, autora, como do docente em expor o verdadeiro sentido de gratidão, responsabilidade e credibilidade.
Como disse Immanuel Kant: Mede-se a inteligência de um indivíduo, pelo número de incertezas que ele é capaz de suportar.
[...Quando comecei a fazer engenharia de produção, as vezes pensava onde
iria usar tudo aquilo que estava aprendendo, e quando vi fenômenos de
transporte pela primeira vez, pronto, pensei meu Deus onde vou usar isso
na minha carreira profissional?...]
[...mas nem
imaginava o meu futuro, cai de paraquedas em uma empresa de cabines de
pintura, que 100% de mecânica dos fluídos que vi em sala de aula,
utilizamos lá, desde vazão, pressão estática, aquecimento,
velocidades, área...]
[...é um email de agradecimento...]
[...Se (sempre houvesse comprometimento), iriam existir
engenheiros de verdade, médicos de verdade , professores de verdade...]
[...não quero ser um, uma "engenheria", e sim um, uma
Engenheira...]
[...o que vale é qualidade e não quantidade, ... isso que acontece quando nos
destacamos...]
[...ATT G. A.]
27 maio, 2013
Escrita Científica
Para um rigor científico na hora de escrever textos, artigos, trabalhos de conclusão de curso, resenhas, resumos estendidos, etc, assista o vídeo abaixo:
http://escritacientifica.com/index.php?option=com_content&view=article&id=6&Itemid=113
http://escritacientifica.com/index.php?option=com_content&view=article&id=6&Itemid=113
07 maio, 2013
Lembremo-nos do que já se foi, para orientar o desejo daquilo que deve vir.
Um ferreiro, especialista em fabricar sofisticadas espada diria:
Eu tomo o metal bruto, sem forma e mal trabalhado, aqueço-o a um calor absurdo, deixando-o em brasas, golpeio usando minhas ferramentas mais fortes para dar-lhe a forma que se deseja, depois mergulho a peça num balde com água fria, e repito este processo até que a espada obtenha a forma e força perfeita. Uma vez não é necessário.
Um professor, especialista em formar sofisticados profissionais diria:
Eu tomo o metal bruto, sem forma e mal trabalhado, aqueço-o a um calor absurdo, deixando-o em brasas, golpeio usando minhas ferramentas mais fortes para dar-lhe a forma que se deseja, depois mergulho a peça num balde com água fria, e repito este processo até que a espada obtenha a forma e força perfeita. Uma vez não é necessário.
Nenhum incêndio começa grande, para tudo existe um processo, um amadurecimento.
Jacob Riis, fotógrafo dinamarques disse certa vez que:
"quando nada me ajuda, olho o cortador de pedras martelando sua rocha talvez cem vezes sem que uma rachadura apareça. No entando, na centésima primeira martelada, a apedra se abre em duas, e eu sei que não foi aquela a que conseguiu, mas todas as que vieram antes."
Eu tomo o metal bruto, sem forma e mal trabalhado, aqueço-o a um calor absurdo, deixando-o em brasas, golpeio usando minhas ferramentas mais fortes para dar-lhe a forma que se deseja, depois mergulho a peça num balde com água fria, e repito este processo até que a espada obtenha a forma e força perfeita. Uma vez não é necessário.
Um professor, especialista em formar sofisticados profissionais diria:
Eu tomo o metal bruto, sem forma e mal trabalhado, aqueço-o a um calor absurdo, deixando-o em brasas, golpeio usando minhas ferramentas mais fortes para dar-lhe a forma que se deseja, depois mergulho a peça num balde com água fria, e repito este processo até que a espada obtenha a forma e força perfeita. Uma vez não é necessário.
Nenhum incêndio começa grande, para tudo existe um processo, um amadurecimento.
Jacob Riis, fotógrafo dinamarques disse certa vez que:
"quando nada me ajuda, olho o cortador de pedras martelando sua rocha talvez cem vezes sem que uma rachadura apareça. No entando, na centésima primeira martelada, a apedra se abre em duas, e eu sei que não foi aquela a que conseguiu, mas todas as que vieram antes."
03 maio, 2013
A prática da 'Salami Science'
Por FERNANDO REINACH - O Estado de S.Paulo
Em 1985, ouvi pela primeira vez no Laboratório de Biologia Molecular a expressão "Salami Science". Um de nós estava com uma pilha de trabalhos científicos quando Max Perutz se aproximou. Um jovem disse que estava lendo trabalhos de um famoso cientista dos EUA. Perutz olhou a pilha e murmurou: "Salami Science, espero que não chegue aqui". Mas a praga se espalhou pelo mundo e agora assola a comunidade científica brasileira.
"Salami Science" é a prática de fatiar uma única descoberta, como um salame, para publicá-la no maior número possível de artigos científicos. O cientista aumenta seu currículo e cria a impressão de que é muito produtivo. O leitor é forçado a juntar as fatias para entender o todo. As revistas ficam abarrotadas. E avaliar um cientista fica mais difícil. Apesar disso, a "Salami Science" se espalhou, induzido pela busca obsessiva de um método quantitativo capaz de avaliar a produção acadêmica.
Publicar muitos artigos indicava falta de rigor intelectual. Eles valorizavam a capacidade de criar uma maneira engenhosa para destrinchar um problema importante. Aprendíamos que o objetivo era desvendar os mistérios da natureza. Publicar um artigo era consequência de um trabalho financiado com dinheiro público, servia para comunicar a nova descoberta. O trabalho deveria ser simples, claro e didático. O exemplo a ser seguido eram as duas páginas em que Watson e Crick descreveram a estrutura do DNA. Você se tornaria um cientista de respeito se o esforço de uma vida pudesse ser resumido em uma frase: Ele descobriu... Os três pontinhos teriam de ser uma ou duas palavras: a estrutura do DNA (Watson e Crick), a estrutura das proteínas (Max Perutz), a teoria da Relatividade (Einstein). Sabíamos que poucos chegariam lá, mas o importante era ter certeza de que havíamos gasto a vida atrás de algo importante.
Hoje, nas melhores universidade do Brasil, a conversa entre pós-graduandos e cientistas é outra. A maioria está preocupada com quantos trabalhos publicou no último ano - e onde. Querem saber como serão classificados. "Fulano agora é pesquisador 1B no CNPq. Com 8 trabalhos em revistas de alto impacto no ano passado, não poderia ser diferente." "O departamento de beltrano foi rebaixado para 4 pela Capes. Também, com poucas teses no ano passado e só duas publicações em revistas de baixo impacto..." Não que os olhos dessas pessoas não brilhem quando discutem suas pesquisas, mas o relato de como alguém emplacou um trabalho na Nature causa mais alvoroço que o de uma nova maneira de abordar um problema dito insolúvel.
Essa mudança de cultura ocorreu porque agora os cientistas e suas instituições são avaliados a partir de fórmulas matemáticas que levam em conta três ingredientes, combinados ao gosto do freguês: número de trabalhos publicados, quantas vezes esses trabalhos foram citados na literatura e qualidade das revistas (medida pela quantidade de citações a trabalhos publicados na revista). Você estranhou a ausência de palavras como qualidade, criatividade e originalidade? Se conversar com um burocrata da ciência, ele tentará te explicar como esses índices englobam de maneira objetiva conceitos tão subjetivos. E não adianta argumentar que Einstein, Crick e Perutz teriam sido excluídos por esses critérios. No fundo, essas pessoas acreditam que cientistas desse calibre não podem surgir no Brasil. O resultado é que em algumas pós-graduações da USP o credenciamento de orientadores depende unicamente do total de trabalhos publicados, em outras o pré-requisito para uma tese ser defendida é que um ou mais trabalhos tenham sido aceitos para publicação.
Não há dúvida de que métodos quantitativos são úteis para avaliar um cientista, mas usá-los de modo exclusivo, abdicando da capacidade subjetiva de identificar pessoas talentosas, criativas ou simplesmente geniais, é caminho seguro para excluir da carreira científica as poucas pessoas que realmente podem fazer descobertas importantes. Essa atitude isenta os responsáveis de tomar e defender decisões. É a covardia intelectual escondida por trás de algoritmos matemáticos.
Mas o que Darwin tem a ver com isso? Foi ele que mostrou que uma das características que facilitam a sobrevivência é a capacidade de se adaptar aos ambientes. E os cientistas são animais como qualquer outro ser humano. Se a regra exige aumentar o número de trabalhos publicados, vou praticar "Salami Science". É necessário ser muito citado? Sem problema, minhas fatias de salame vão citar umas às outras e vou pedir a amigos que me citem. Em troca, garanto que vou citá-los. As revistas precisam de muitas citações? Basta pedir aos autores que citem artigos da própria revista. E, aos poucos, o objetivo da ciência deixa de ser entender a natureza e passa a ser publicar e ser citado. Se o trabalho é medíocre ou genial, pouco importa. Mas a ciência brasileira vai bem, o número de mestres aumenta, o de trabalhos cresce, assim como as citações. E a cada dia ficamos mais longe de ter cientistas que possam ser descritos em uma única frase: Ele descobriu...
Em 1985, ouvi pela primeira vez no Laboratório de Biologia Molecular a expressão "Salami Science". Um de nós estava com uma pilha de trabalhos científicos quando Max Perutz se aproximou. Um jovem disse que estava lendo trabalhos de um famoso cientista dos EUA. Perutz olhou a pilha e murmurou: "Salami Science, espero que não chegue aqui". Mas a praga se espalhou pelo mundo e agora assola a comunidade científica brasileira.
"Salami Science" é a prática de fatiar uma única descoberta, como um salame, para publicá-la no maior número possível de artigos científicos. O cientista aumenta seu currículo e cria a impressão de que é muito produtivo. O leitor é forçado a juntar as fatias para entender o todo. As revistas ficam abarrotadas. E avaliar um cientista fica mais difícil. Apesar disso, a "Salami Science" se espalhou, induzido pela busca obsessiva de um método quantitativo capaz de avaliar a produção acadêmica.
Publicar muitos artigos indicava falta de rigor intelectual. Eles valorizavam a capacidade de criar uma maneira engenhosa para destrinchar um problema importante. Aprendíamos que o objetivo era desvendar os mistérios da natureza. Publicar um artigo era consequência de um trabalho financiado com dinheiro público, servia para comunicar a nova descoberta. O trabalho deveria ser simples, claro e didático. O exemplo a ser seguido eram as duas páginas em que Watson e Crick descreveram a estrutura do DNA. Você se tornaria um cientista de respeito se o esforço de uma vida pudesse ser resumido em uma frase: Ele descobriu... Os três pontinhos teriam de ser uma ou duas palavras: a estrutura do DNA (Watson e Crick), a estrutura das proteínas (Max Perutz), a teoria da Relatividade (Einstein). Sabíamos que poucos chegariam lá, mas o importante era ter certeza de que havíamos gasto a vida atrás de algo importante.
Hoje, nas melhores universidade do Brasil, a conversa entre pós-graduandos e cientistas é outra. A maioria está preocupada com quantos trabalhos publicou no último ano - e onde. Querem saber como serão classificados. "Fulano agora é pesquisador 1B no CNPq. Com 8 trabalhos em revistas de alto impacto no ano passado, não poderia ser diferente." "O departamento de beltrano foi rebaixado para 4 pela Capes. Também, com poucas teses no ano passado e só duas publicações em revistas de baixo impacto..." Não que os olhos dessas pessoas não brilhem quando discutem suas pesquisas, mas o relato de como alguém emplacou um trabalho na Nature causa mais alvoroço que o de uma nova maneira de abordar um problema dito insolúvel.
Essa mudança de cultura ocorreu porque agora os cientistas e suas instituições são avaliados a partir de fórmulas matemáticas que levam em conta três ingredientes, combinados ao gosto do freguês: número de trabalhos publicados, quantas vezes esses trabalhos foram citados na literatura e qualidade das revistas (medida pela quantidade de citações a trabalhos publicados na revista). Você estranhou a ausência de palavras como qualidade, criatividade e originalidade? Se conversar com um burocrata da ciência, ele tentará te explicar como esses índices englobam de maneira objetiva conceitos tão subjetivos. E não adianta argumentar que Einstein, Crick e Perutz teriam sido excluídos por esses critérios. No fundo, essas pessoas acreditam que cientistas desse calibre não podem surgir no Brasil. O resultado é que em algumas pós-graduações da USP o credenciamento de orientadores depende unicamente do total de trabalhos publicados, em outras o pré-requisito para uma tese ser defendida é que um ou mais trabalhos tenham sido aceitos para publicação.
Não há dúvida de que métodos quantitativos são úteis para avaliar um cientista, mas usá-los de modo exclusivo, abdicando da capacidade subjetiva de identificar pessoas talentosas, criativas ou simplesmente geniais, é caminho seguro para excluir da carreira científica as poucas pessoas que realmente podem fazer descobertas importantes. Essa atitude isenta os responsáveis de tomar e defender decisões. É a covardia intelectual escondida por trás de algoritmos matemáticos.
Mas o que Darwin tem a ver com isso? Foi ele que mostrou que uma das características que facilitam a sobrevivência é a capacidade de se adaptar aos ambientes. E os cientistas são animais como qualquer outro ser humano. Se a regra exige aumentar o número de trabalhos publicados, vou praticar "Salami Science". É necessário ser muito citado? Sem problema, minhas fatias de salame vão citar umas às outras e vou pedir a amigos que me citem. Em troca, garanto que vou citá-los. As revistas precisam de muitas citações? Basta pedir aos autores que citem artigos da própria revista. E, aos poucos, o objetivo da ciência deixa de ser entender a natureza e passa a ser publicar e ser citado. Se o trabalho é medíocre ou genial, pouco importa. Mas a ciência brasileira vai bem, o número de mestres aumenta, o de trabalhos cresce, assim como as citações. E a cada dia ficamos mais longe de ter cientistas que possam ser descritos em uma única frase: Ele descobriu...
02 maio, 2013
Frase do DIA
Não convém fazer escândalo de começo....só aos poucos que o escuro é claro!
Guimarães Rosa
O país tem cerca de 250 mil docentes de ensino médio em matemática, física, química e biologia, segundo os últimos dados do governo. Mas boa parte não tem formação na área --em física, são 90% (faltam 51 mil professores formados em Física).
Fonte: MEC
Guimarães Rosa
O país tem cerca de 250 mil docentes de ensino médio em matemática, física, química e biologia, segundo os últimos dados do governo. Mas boa parte não tem formação na área --em física, são 90% (faltam 51 mil professores formados em Física).
Fonte: MEC
30 abril, 2013
Frase do DIA
Tolice é fazer as coisas sempre do mesmo jeito e esperar resultados DIFERENTES.
Albert Einstein
Albert Einstein
26 abril, 2013
PORQUE ESTUDAMOS? PORQUE TANTAS DEMOSNTRAÇÕES MATEMÁTICAS NA FÍSICA? PORQUE ISTO É IMPORTANTE PARA UM ENGENHEIRO?
Primeiramente, demonstramos a natureza utilizando os princípios matemáticos assim como se faz música usando partitura.
A linguagem "corporal" de um avião decolando, de uma cachoeira ou de um carro de fórmula 1, nos é permitido analisar, explorar e explicar do ponto de vista matemático.
Para um curso de engenharia a provocação do saber é muito importante para a formação complementar enquanto profissional.
Precisamos aceitar as diferentes maneiras de pensar um problema, nos tornar receptores, e é esta a resistência que se observa de forma Semestral, em alunos de ensino superior.
Todos nós um dia, aprendemos a usar um gráfico "cartesiano".
Descartes, dizia que um bom pensador é aquele que tem pé de chumbo com asas.
Alguém com o pé no chão se eleva um pouco para suprir a falta de conhecimento.
Porque estudamos tantas coisas que um dia podem nem ser parte corrente das nossas atividades?
a resposta é simples: Porque um profissional tem que ser capaz de lidar com diferentes situações, e adquirir várias competências lhe será útil para ministrar e desenvolver atividades com excelência.
O fundamento da ciência é o lugar no qual nos apoiamos para erguer nossas crenças.
Um alunos de graduação, só pode erguer-se em conhecimento se antes apoiar-se em indagações condizentes com os diferentes fatos que nos rodeiam.
por exemplo:
- Religião é coisa de gente ignorante, ou ignorante é quem não tem?
- Política é coisa de gente idiota, ou idiota é quem não participa da política?
- Ciência é coisa de gente sem ter o que fazer, ou de quem passa a ser criador de opinião ao invés de copiar a opinião de outros.
Um professor que força uma turma a atingir um nível de conhecimento, primeiramente deve ter o benefício da credibilidade, pois pode ser que o profissionalismo de amanhã, dependerá de uma das competências que se aprender hoje!
Capacidade de pensar não se adquire com a vida, nem se ensina, nem se compra.....capacidade de pensar é um treinamento diário, e nada melhor que bons desafios.
Vamos pensar?!
A linguagem "corporal" de um avião decolando, de uma cachoeira ou de um carro de fórmula 1, nos é permitido analisar, explorar e explicar do ponto de vista matemático.
Para um curso de engenharia a provocação do saber é muito importante para a formação complementar enquanto profissional.
Precisamos aceitar as diferentes maneiras de pensar um problema, nos tornar receptores, e é esta a resistência que se observa de forma Semestral, em alunos de ensino superior.
Todos nós um dia, aprendemos a usar um gráfico "cartesiano".
Descartes, dizia que um bom pensador é aquele que tem pé de chumbo com asas.
Alguém com o pé no chão se eleva um pouco para suprir a falta de conhecimento.
Porque estudamos tantas coisas que um dia podem nem ser parte corrente das nossas atividades?
a resposta é simples: Porque um profissional tem que ser capaz de lidar com diferentes situações, e adquirir várias competências lhe será útil para ministrar e desenvolver atividades com excelência.
O fundamento da ciência é o lugar no qual nos apoiamos para erguer nossas crenças.
Um alunos de graduação, só pode erguer-se em conhecimento se antes apoiar-se em indagações condizentes com os diferentes fatos que nos rodeiam.
por exemplo:
- Religião é coisa de gente ignorante, ou ignorante é quem não tem?
- Política é coisa de gente idiota, ou idiota é quem não participa da política?
- Ciência é coisa de gente sem ter o que fazer, ou de quem passa a ser criador de opinião ao invés de copiar a opinião de outros.
Um professor que força uma turma a atingir um nível de conhecimento, primeiramente deve ter o benefício da credibilidade, pois pode ser que o profissionalismo de amanhã, dependerá de uma das competências que se aprender hoje!
Capacidade de pensar não se adquire com a vida, nem se ensina, nem se compra.....capacidade de pensar é um treinamento diário, e nada melhor que bons desafios.
Vamos pensar?!
15 abril, 2013
Tem que assistir muito Big Brother pra escrever estas coisas.
Numa prova de redação cujo tema era: A TV forma, informa ou desforma?
Vestibulandos de 94 escreveram (respeitando os erros):
- A TV deforma a coluna, os músculos e o organismo em geral.
- A TV ezerce poder, levando informaçoes diárias e porque não dizer horárias.
- A TV leva fatos a trilhares de pessoas...
- A informação fornecida pela TV é pacífica de falhas...
-
Outras pérolas:
- E por enquanto a decisão está indecisa.
- Hitler, apesar de tudo, era um grande extrativista.
- Tiradentes, depois de morto, foi decapitulado.
- Resposta a uma pergunta: "Não cei"
- Em Esparta as crianças que nasciam mortas eram sacrificadas.
- Com a morte de Jesus os apóstolos continuaram a sua carreira.
- A capital de Portugal é Luiz Boa.
- O Brasil é um país muito aguado pelas chuvas.
- Oceano é onde nasce o Sol; onde ele nasce é o nascente e onde desce decente.
- A Terra é um dos planetas mais conhecidos do mundo.
- A Lua é similar a Terra, só que mais morto.
Fonte: ASSEMPA
Vestibulandos de 94 escreveram (respeitando os erros):
- A TV deforma a coluna, os músculos e o organismo em geral.
- A TV ezerce poder, levando informaçoes diárias e porque não dizer horárias.
- A TV leva fatos a trilhares de pessoas...
- A informação fornecida pela TV é pacífica de falhas...
-
Outras pérolas:
- E por enquanto a decisão está indecisa.
- Hitler, apesar de tudo, era um grande extrativista.
- Tiradentes, depois de morto, foi decapitulado.
- Resposta a uma pergunta: "Não cei"
- Em Esparta as crianças que nasciam mortas eram sacrificadas.
- Com a morte de Jesus os apóstolos continuaram a sua carreira.
- A capital de Portugal é Luiz Boa.
- O Brasil é um país muito aguado pelas chuvas.
- Oceano é onde nasce o Sol; onde ele nasce é o nascente e onde desce decente.
- A Terra é um dos planetas mais conhecidos do mundo.
- A Lua é similar a Terra, só que mais morto.
Fonte: ASSEMPA
25 março, 2013
Créditos de Carbono
http://www.monitorglobal.com.br/
Trata-se do mercado de créditos de carbono, que surgiu a partir do Protocolo de Quioto, acordo internacional que estabeleceu que os países desenvolvidos deveriam reduzir, entre 2008 e 2012, suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) 5,2% em média, em relação aos níveis medidos em 1990.
O Protocolo de Quioto criou o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), que prevê a redução certificada das emissões. Uma vez conquistada essa certificação, quem promove a redução da emissão de gases poluentes tem direito a créditos de carbono e pode comercializá-los com os países que têm metas a cumprir.
Tenha rendimentos com a proteção de florestas
PROJETOS EM REDD – DESMATAMENTO EVITADO
Trata-se do mercado de créditos de carbono, que surgiu a partir do Protocolo de Quioto, acordo internacional que estabeleceu que os países desenvolvidos deveriam reduzir, entre 2008 e 2012, suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) 5,2% em média, em relação aos níveis medidos em 1990.
O Protocolo de Quioto criou o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), que prevê a redução certificada das emissões. Uma vez conquistada essa certificação, quem promove a redução da emissão de gases poluentes tem direito a créditos de carbono e pode comercializá-los com os países que têm metas a cumprir.
Tenha rendimentos com a proteção de florestas
PROJETOS EM REDD – DESMATAMENTO EVITADO
O sistema de Emissões Reduzidas do Desmatamento e
da Degradação (Redd, na sigla em inglês). O desmatamento responde por
cerca de 20% das emissões humanas de gases do efeito estufa,
especialmente o dióxido de carbono e o metano, derivados da derrubada e
queima de florestas.
As florestas tropicais são essenciais também como mananciais hídricos, e funcionam como "pulmões" do planeta ao promover a troca de dióxido de carbono por oxigênio no ar. Além disso, esses espaços contêm riquíssimos ecossistemas, dos quais muitas comunidades indígenas dependem. Pagar pela preservação ajudaria a combater o aquecimento global e a proteger a biodiversidade do planeta.
Objetivos: O objetivo do Redd é pagar para manter as florestas de pé. O pagamento, por meio da venda de créditos de carbono, refletiria o valor do carbono armazenado nas florestas, ou os custos ambientais advindos da extração de madeira e da ocupação agropecuária.
Como funciona? Essencialmente trata-se em usar os créditos como "moeda" com a qual os países em desenvolvimento teriam estímulo para conter o desmatamento, enquanto os países ricos, ao investir nesses mecanismos, ajudariam a cumprir suas quotas obrigatórias de redução de emissões.
Seqüestro de carbono: A venda será realizada sobre o seqüestro dos créditos emitidos pela área. Não são permitidas áreas de reflorestamento, somente áreas com vegetação nativa. para projetos (REDD).
Área: A compra será somente dos créditos de carbono (seqüestro de carbono) e não da área.
OBS: Não é necessário ser de um único proprietário (é necessário documentação de todos os proprietários – PACOTE).
Proporção: A quantidade de créditos a ser negociada é de 50a 150 por hectare dependendo do bioma,e biomassa acumulada.
As florestas tropicais são essenciais também como mananciais hídricos, e funcionam como "pulmões" do planeta ao promover a troca de dióxido de carbono por oxigênio no ar. Além disso, esses espaços contêm riquíssimos ecossistemas, dos quais muitas comunidades indígenas dependem. Pagar pela preservação ajudaria a combater o aquecimento global e a proteger a biodiversidade do planeta.
Objetivos: O objetivo do Redd é pagar para manter as florestas de pé. O pagamento, por meio da venda de créditos de carbono, refletiria o valor do carbono armazenado nas florestas, ou os custos ambientais advindos da extração de madeira e da ocupação agropecuária.
Como funciona? Essencialmente trata-se em usar os créditos como "moeda" com a qual os países em desenvolvimento teriam estímulo para conter o desmatamento, enquanto os países ricos, ao investir nesses mecanismos, ajudariam a cumprir suas quotas obrigatórias de redução de emissões.
Seqüestro de carbono: A venda será realizada sobre o seqüestro dos créditos emitidos pela área. Não são permitidas áreas de reflorestamento, somente áreas com vegetação nativa. para projetos (REDD).
Área: A compra será somente dos créditos de carbono (seqüestro de carbono) e não da área.
OBS: Não é necessário ser de um único proprietário (é necessário documentação de todos os proprietários – PACOTE).
Proporção: A quantidade de créditos a ser negociada é de 50a 150 por hectare dependendo do bioma,e biomassa acumulada.
Tempo Do Projeto,20 anos ,32 anos ou período maximo de 52 anos.
o valor do credito pago hoje, representa um
numerario relativo,pois depende de varios fatores como ex: faremos como
base de calculo um valor de (16 REAIS por credito)
EXEMPLO DE VALORES
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
1 Hectares = 50 a150 toneladas de carbono ao ano(dependendo do bioma)
Ex: área de 1.000 hectares = a 16 reais X 150 toneladas ao ano por hectares X(1.000 hectares X 150,000.00 toneladas de carbono ao ano X16 reais :2,400.000.00 ao ano)
Ex: área de 1.000 hectares = a 16 reais X 150 toneladas ao ano por hectares X(1.000 hectares X 150,000.00 toneladas de carbono ao ano X16 reais :2,400.000.00 ao ano)
Preço do crédito: REAIS($) 16,00 por hectare ( dependendo da cotação do mercado)
$ 16,00 = 1 tonelada por hectares-ao ano
$ 16,00 = 1 tonelada por hectares-ao ano
Área (hectare) (X) 16(REAIS) (X) tonelas (X) Tempo ( 52 anos)
Ex: área de 1.000 hectares por um período de 52 anos
1.000 hectares X 16,00 X 150 toneladas X 52 anos = $ 124.800,000,00 total 52 anos
1 ano = $ 124,800.000,00 mil reais -em 52 anos
Ex: área de 1.000 hectares por um período de 52 anos
1.000 hectares X 16,00 X 150 toneladas X 52 anos = $ 124.800,000,00 total 52 anos
1 ano = $ 124,800.000,00 mil reais -em 52 anos
Em caso de desmatamento zero o total deste exemplo, o projeto conseguiria evitar a emissão de CO² em 52 de 7,800.000 toneladas de co²
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Pagamento: O pagamento dos créditos será conforme o período negociado, ou anual.
Condições para execução do projeto:
• Somente serão aceitas áreas de florestas nativas;
• Os créditos são a mercadoria a ser negociada, por isso a preservação da floresta será de responsabilidade do proprietário,ou caso seja tranferida esta responsabilidade a entidades a titutulo de asessoria e juridica.
• O desmatamento de 100 m2 da área negociada implicará em multa e eventual paralização do projeto;
• Será efetuado um contrato de fidelidade do proprietário durante o período da venda dos créditos (52 anos);
Procedimentos: Após a aprovação da área feita pelo estudo de viabilidade de carbono* conclusiva, Será encaminhado todos os documentos , através desta documentação será realizado um PDD (Projeto de Planta Limpa) onde a empresa fará o levantamento da área em relação à emissão do carbono. Após o PDD, a área será protocolada junto ao ministério do meio ambiente, o qual reconhecerá a autenticidade do PDD e autorizará a emissão dos créditos. O pagamento será efetuado em assim que tiver o aceite pelo comprador.
Estudo de viabilidade de carbono: O Estudo de Viabilidade consistirá na coleta de todos os dados relevantes para a realização de uma análise adequada do projeto e uma estimativa precisa de créditos. As informações serão organizadas e analisadas conforme a estrutura dos Padrões do Mercado Voluntário Florestal. As etapas do estudo é feita da seguinte forma:
a) A coleta de dados e informações para o entendimento do projeto
b) Visita ao local
c) Estudo Estrutural do Mercado Voluntário Florestal
d) Relatório Conclusivo
Condições para execução do projeto:
• Somente serão aceitas áreas de florestas nativas;
• Os créditos são a mercadoria a ser negociada, por isso a preservação da floresta será de responsabilidade do proprietário,ou caso seja tranferida esta responsabilidade a entidades a titutulo de asessoria e juridica.
• O desmatamento de 100 m2 da área negociada implicará em multa e eventual paralização do projeto;
• Será efetuado um contrato de fidelidade do proprietário durante o período da venda dos créditos (52 anos);
Procedimentos: Após a aprovação da área feita pelo estudo de viabilidade de carbono* conclusiva, Será encaminhado todos os documentos , através desta documentação será realizado um PDD (Projeto de Planta Limpa) onde a empresa fará o levantamento da área em relação à emissão do carbono. Após o PDD, a área será protocolada junto ao ministério do meio ambiente, o qual reconhecerá a autenticidade do PDD e autorizará a emissão dos créditos. O pagamento será efetuado em assim que tiver o aceite pelo comprador.
Estudo de viabilidade de carbono: O Estudo de Viabilidade consistirá na coleta de todos os dados relevantes para a realização de uma análise adequada do projeto e uma estimativa precisa de créditos. As informações serão organizadas e analisadas conforme a estrutura dos Padrões do Mercado Voluntário Florestal. As etapas do estudo é feita da seguinte forma:
a) A coleta de dados e informações para o entendimento do projeto
b) Visita ao local
c) Estudo Estrutural do Mercado Voluntário Florestal
d) Relatório Conclusivo
21 março, 2013
VIVEMOS UMA GERAÇÃO "MIOJO"..TUDO É "FAST", TUDO É RÁPIDO..NEM SEMPRE O PRÁTICO É O CORRETO. FALTA PARA ESTA GERAÇÃO, "REFERÊNCIAS" E "VALORES" .
É COMPARTILHANDO OPINIÕES QUE PODEMOS EXPOR A CONTRADIÇÃO E AS CONTRA ARGUMENTAÇÕES DO INSUFICIENTE SISTEMA AVALIATIVO DO ENSINO DO NOSSO PAÍS.
A seguir, trechos da reportagem de Reinaldo Azevedo, colunista da revista VEJA.
VEJA:
A seguir, trechos da reportagem de Reinaldo Azevedo, colunista da revista VEJA.
VEJA:
[...As barbaridades que vieram a público nas provas de redação são
apenas um sintoma. A doença é mais grave do que parece e ficará entre nós por
muitos anos, por décadas.]
[...Há dias, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante — aquele cuja
tese de doutorado está para o mundo acadêmico como o miojo está para a
culinária — anunciou uma grande reforma no currículo do ensino médio. Segundo
afirmou, ela vai seguir a divisão de disciplinas no Enem. Essa faixa escolar, hoje
moribunda, será condenada à morte. Podem escrever. Vamos com calma, que a coisa
é complicada.]
[...O Enem foi criado no governo FHC para ser um instrumento para
avaliar o ensino médio e propor, então, medidas de correção de rumos.
Transformou-se no maior vestibular do país pelas mãos de Fernando Haddad, sob o
aplauso quase unânime e cúmplice, inclusive da imprensa. Pouco se atentava e se
atenta para os absurdos lá contidos. A prova de redação, por exemplo, vale 50%
da nota final, o que é injustificável sob qualquer critério que se queira.
Quando olhamos os itens de avaliação, a indignação precisa se conter para não
se transformar em revolta.]
[...Os corretores que atribuíram mil pontos aos alunos que escreveram
“enchergar”, “trousse” e “rasoavel” entenderam que eles alcançaram pontuação
máxima no quesito 1: “domínio da língua”. Assim, deve-se entender que o MEC do
ministro-miojo acaba de incorporar essa ortografia à língua portuguesa.]
[...Entre os estudantes do ensino superior, 38% não dominam habilidades
básicas de leitura e escrita, segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional
(Inaf), divulgado em julho do ano passado pelo Instituto Paulo Montenegro (IPM)
e pela ONG Ação Educativa.]
[...
Em 2001-2002, 2% dos
alunos universitários tinham apenas rudimentos de escrita e leitura. Em 2010,
essa porcentagem havia saltado para 4%. Vale dizer: 254.800 estudantes de
terceiro grau no país são quase analfabetos. Espantoso? Em 2001-2002, 24% não
eram plenamente alfabetizados. Um número já escandaloso. Em 2010, pularam para
38%. Isso quer dizer que 2.420.600 estudantes do terceiro grau não conseguem
ler direito um texto e se expressar com clareza. É o que se espera de um aluno
ao concluir o… ensino fundamental!
Estamos em plena
revolução. A luta armada será travada sobre a copa das árvores.]
Texto publicado originalmente às 5h42
Por Reinaldo Azevedo
27 fevereiro, 2013
Raios e as Torres de Telecomunicação
Impacto da presença de torres de telefonia
celular na incidência de descargas atmosféricas nas proximidades da
estação rádio-base.
Atualmente, verifica-se um aumento do número
de estruturas elevadas em áreas urbanas em decorrência da instalação de
Estações Rádio-Base de telefonia celular (ERBs). Estas estações
comportam torres com altura próxima a 50 metros. Devido a esta altura
elevada, tais estruturas constituem-se em pontos preferenciais para
incidência de descargas, afetando, assim, as distribuições de incidência
e de intensidade de corrente de descargas nas regiões próximas.
A incidência de descargas em estruturas
elevadas pode causar efeitos severos nas vizinhanças da ERB, incluindo a
elevação de potencial no solo, a transferência de tensão e de corrente
por meio dos sistemas de aterramento vizinhos e tensões induzidas nas
linhas aéreas de distribuição de energia. Tais efeitos podem ser
extremamente severos tanto para os consumidores quanto para o sistema
elétrico devido à proximidade em relação à estação rádio-base. Para
algumas condições críticas, sobretensões de aproximadamente 1 MV podem
ocorrer no sistema elétrico.
A intensidade média de um raio é de 30 mil amperes, cerca de mil vezes a
intensidade de um chuveiro elétrico, segundo o Inpe. Além do risco de
morte, os raios queimam equipamentos e provocam o desligamento da rede
elétrica. “Instalamos para-raios em linhas de distribuição, subestações e
transformadores com o objetivo de evitar a falta de energia”, explica
Otávio Grilo, diretor de Operações da AES Eletropaulo, que distribui
energia elétrica para 24 municípios da Grande São Paulo.
Fonte: Portal O Setor Elétrico; 2013
Fonte: Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo (USP) (2012)
26 fevereiro, 2013
Arquivo X ou CSI ?
Seriados de TV que mostram como crimes são investigados apresentaram ao público as perícias criminais e glamorizaram os peritos.
Nessas séries, todos os casos são solucionados pela perícia, que é chamada por alguns especialistas de a "rainha das provas". É como se qualquer crime, desde o furto do estepe de um carro até uma chacina, pudesse ser esclarecido a partir dela.
Em um mundo ideal, isso até poderia ser verdade. Na realidade, porém, está longe de acontecer. Faltam estrutura e profissionais bem treinados no mundo inteiro.
Em 2011, em uma visita a São Paulo, o detetive norte-americano Joseph Blozis, que já foi perito criminal da polícia de Nova York, disse que o "CSI" da TV é pura fantasia, e o mundo real é bem mais complicado mesmo por lá.
O perito criminal é uma pessoa com grande conhecimento técnico
científico ou artístico, capaz de esclarecer fatos de interesse judicial.
Compõem o corpo de peritos, profissionais das áreas de física, química,
biologia, contábeis, ciência da computação, geologia, odontologia, farmácia,
bioquímica, mineralogia e engenharia, devido a variabilidade de áreas de atuação.
As atribuições do perito criminal são:
periciar locais de crimes ou desastres, objetos, veículos, documentos, moedas,
mercadorias, produtos químicos, tóxicos, exames balísticos, instrumentos utilizados
na prática de infrações, exames de DNA, bem como a realização de todas as
investigações necessárias à complementação dessas perícias, para fins jurídico-legais.
Na criminalística, se usa várias áreas do conhecimento humano, entre eles estão os
da física , neste caso chamado de Física Forense, que de acordo com Negrini Neto (2002)
“é a parte da Física destinada à observação, análise e interpretação dos fenômenos físicos
naturais de interesse judiciário”, essenciais na elucidação de vários eventos, tais como:
A cidentes de trânsito
Balística Forense, que compreende o estudo das armas de fogo, suas munições e
perícias.
Documentoscopia Forense , que verifica se houve falsificação ou alteração de um
documento.
Fonética Forense , que a parte da criminalística que busca determinar a autenticidade
de arquivos de áudio apresentados aos aplicadores da Lei.
No Brasil, levantamento feito pelo Ministério da Justiça divulgado na semana passada mostra que a situação não é nada animadora. Aqui, são os Estados e o Distrito Federal os responsáveis por criar e estruturar os Institutos de Criminalística, órgãos responsáveis pelas perícias.
Interessado em fazer um diagnóstico sobre o setor, o governo federal mostrou estar chocado com o resultado. Das 27 unidades da federação, apenas 11 têm equipamentos para reconhecimento facial, em seis não há laboratórios de DNA e em outros seis não é possível fazer exames toxicológicos -análise fundamental para detectar o uso de drogas ou veneno.
Esse levantamento do ministério não avalia a situação das pesquisas sobre perícias. Apenas pincela outra informação que chama a atenção: a maioria dos profissionais que passou por cursos de atualização ou capacitação são chefes. Quem está na linha diferente, com a mão na massa, nem sempre é treinado.
Assim, um laboratório focado na pesquisa forense cria uma expectativa de melhora no cenário. Se o que está planejado for entregue, haverá um considerável avanço.
Por enquanto, o glamour fica só para a telinha.
Fonte: Folha on line
Nessas séries, todos os casos são solucionados pela perícia, que é chamada por alguns especialistas de a "rainha das provas". É como se qualquer crime, desde o furto do estepe de um carro até uma chacina, pudesse ser esclarecido a partir dela.
Em um mundo ideal, isso até poderia ser verdade. Na realidade, porém, está longe de acontecer. Faltam estrutura e profissionais bem treinados no mundo inteiro.
Em 2011, em uma visita a São Paulo, o detetive norte-americano Joseph Blozis, que já foi perito criminal da polícia de Nova York, disse que o "CSI" da TV é pura fantasia, e o mundo real é bem mais complicado mesmo por lá.
O perito criminal é uma pessoa com grande conhecimento técnico
científico ou artístico, capaz de esclarecer fatos de interesse judicial.
Compõem o corpo de peritos, profissionais das áreas de física, química,
biologia, contábeis, ciência da computação, geologia, odontologia, farmácia,
bioquímica, mineralogia e engenharia, devido a variabilidade de áreas de atuação.
As atribuições do perito criminal são:
periciar locais de crimes ou desastres, objetos, veículos, documentos, moedas,
mercadorias, produtos químicos, tóxicos, exames balísticos, instrumentos utilizados
na prática de infrações, exames de DNA, bem como a realização de todas as
investigações necessárias à complementação dessas perícias, para fins jurídico-legais.
Na criminalística, se usa várias áreas do conhecimento humano, entre eles estão os
da física , neste caso chamado de Física Forense, que de acordo com Negrini Neto (2002)
“é a parte da Física destinada à observação, análise e interpretação dos fenômenos físicos
naturais de interesse judiciário”, essenciais na elucidação de vários eventos, tais como:
A cidentes de trânsito
Balística Forense, que compreende o estudo das armas de fogo, suas munições e
perícias.
Documentoscopia Forense , que verifica se houve falsificação ou alteração de um
documento.
Fonética Forense , que a parte da criminalística que busca determinar a autenticidade
de arquivos de áudio apresentados aos aplicadores da Lei.
No Brasil, levantamento feito pelo Ministério da Justiça divulgado na semana passada mostra que a situação não é nada animadora. Aqui, são os Estados e o Distrito Federal os responsáveis por criar e estruturar os Institutos de Criminalística, órgãos responsáveis pelas perícias.
Interessado em fazer um diagnóstico sobre o setor, o governo federal mostrou estar chocado com o resultado. Das 27 unidades da federação, apenas 11 têm equipamentos para reconhecimento facial, em seis não há laboratórios de DNA e em outros seis não é possível fazer exames toxicológicos -análise fundamental para detectar o uso de drogas ou veneno.
Esse levantamento do ministério não avalia a situação das pesquisas sobre perícias. Apenas pincela outra informação que chama a atenção: a maioria dos profissionais que passou por cursos de atualização ou capacitação são chefes. Quem está na linha diferente, com a mão na massa, nem sempre é treinado.
Assim, um laboratório focado na pesquisa forense cria uma expectativa de melhora no cenário. Se o que está planejado for entregue, haverá um considerável avanço.
Por enquanto, o glamour fica só para a telinha.
Fonte: Folha on line
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